Circuito de São Paulo da Cultura

Um novo modelo de programação que integra todas as regiões de São Paulo por meio da Música, Dança, Teatro, Circo e Infantil. Serão mais de 1.000 atrações ao longo de 2014, que incluem apresentações e atividades de formação e apoio à produção local. O programa busca incentivar o diálogo entre as culturas centrais e periféricas, estimular as manifestações locais e impulsionar a circulação de espetáculos para criar novas plateias.

Uma rede descentralizada de ações culturais para promover o trânsito de produções artísticas pelos mais de 244 espaços disponíveis: esse é o plano do Circuito São Paulo de Cultura.

Lembrando, que todas as atrações têm entrada franca, um convite por pessoa, retirado com 1h de antecedência.

Programação de Música, Teatro, Teatro Infantil, Circo e Dança do dia 15 até 17 de agosto:

TEATRO

“NOEL ROSA, O POETA DA VILA E SEUS AMORES”

(Adulto)

Ficha Técnica:

Texto: Plínio Marcos; Direção: Dagoberto Feliz; Assistência de Direção: José Eduardo Rennó Dramaturgismo / Seleção de Repertório: José Eduardo Rennó e Cristiano Tomiossi ; Elenco: Cristiano Tomiossi,Ana Gilli ,Cibeli Bissoli , Gisela Millás, Katia Naiane, Livia Camargo, Joaz Campos J., Eduardo Rennó, Alexandre Moura, Klayber Varela, Miró Parma; Cenário: FFlavio TolezaniFigurino: Daniel Infantini; Iluminação: André Canto; Visagismo e Adereços: Wander Panhoça,Fotografia: Barbara Campos; Ilustrações: José Eduardo Rennó; Programação Visual: Sato – Casadalapa; Direção de Palco: Ronaldo Dias ; Produção Geral e Administração: Cristiano Tomiossi e Livia Camargo; Idealização: Cristiano Tomiossi ;
Nome da Companhia: COISAS NOSSAS DE TEATRO

Histórico da Companhia:

O coletivo envolvido neste espetáculo, além de ter seu trabalho no teatro fortemente ligado à música, conta com uma série de cruzamentos artísticos. Desde 2004, integrantes do elenco (atores e músico) encontraram-se em espetáculos como “Operetas, de Noel Rosa”, com a Cia. de Domínio Público, em projetos como “Em cena, Ações!”, do Sesc Ipiranga; há encontros artísticos também no premiado espetáculo “Gota d’Água” (com Georgette Fadel), e na EAD (Escola de Arte Dramática da USP), onde alguns do elenco se formaram.

Release:

Em 2009, a proposta de montagem do texto de Plínio Marcos NOEL ROSA, O POETA DA VILA E SEUS AMORES (espetáculo musical sobre a vida e obra do compositor Noel Rosa), foi contemplada pelo edital PROAC/2009 – Produção de Espetáculos Inéditos, do Governo do Estado de São Paulo.

É indiscutível a importância que essas duas figuras carregam para a cultura popular brasileira. Ambos são cronistas de um Brasil que, por mais diferentes as épocas, passa por problemas comuns. O espetáculo, então, revela a visão de um cronista, Plínio, sobre a vida de outro cronista, Noel, mostrando assim, um olhar sobre o nosso país.

Desta forma, este projeto não se trata apenas de uma homenagem. O texto mostra um

panorama do Brasil da década de 30, podendo levar encantamento e nostalgia ao público idoso, bem como informação e descoberta ao público jovem, em qualquer período da história em este que for montado.

E certamente, homenageadas ou não, estas figuras estão na “boca do povo”: no diálogo direto e explosivo de Plínio Marcos, que de tão popular cabe facilmente na boca de qualquer um, ou quando cantarolamos “Com que Roupa?”, “Feitiço da Vila”, “Filosofia” entre muitas outras músicas do Poeta de Vila Isabel, que depois de mais de setenta anos de existência ainda não foram esquecidas.

Local:Teatro Martins Penna.
Dia: 16/08 e 17/08. Sábado às 20hs e domingo às 19h.
Duração: 110 minutos.
Classificação: 14 anos.

“Sonata a Kreutzer-

Uma história para o século XIX”

(Adulto)

Ficha técnica:

Idealização: André Capuano; Novela Original: Liev Tolstoi; Elenco: André Capuano e Ernani Sanchez; Dramaturgia: Cássio Pires; Direção: Marcello Airoldi; Desenho Sonoro: Livio Tragtenberg; Direção de Arte: Carla Estefan; Desenho de Luz: Ernani Sanchez; Design gráfico: Sato – CasadaLapa; Assistente de Arte Gráfica: Murilo Thaveira; Direção de Produção: Carla Estefan – Metropolitana Gestão Cultural; Montagem e Operação de Luz: Victor Merseguel; Montagem e Operação de Som: Igor Sane; Fotos: Cacá Bernardes.

Release:

COM DIREÇÃO DE MARCELLO AIROLDI, DRAMATURGIA DE CÁSSIO PIRES, SONATA A KREUTZER – UMA HISTÓRIA PARA O SÉCULO XIX REESTREIA NO CACILDA BECKER

Os atores André Capuano e Ernani Sanchez revivem a história de Pózdnichev, um homem que assassinou a esposa. Assim como Tolstói foi impulsionado pela Sonata a Kreutzer, de Beethoven,

para escrever seu romance, as cenas também serão provocadas pela sonoridade desta sonata que se tornou uma das mais célebres do compositor alemão. Com desenho sonoro de Livio Tragtenberg, a música não é apenas “pano de fundo”, mas também uma das condutoras do espetáculo.

Um homem conta como assassinou sua esposa. Quatro discos de 78rpm contendo A Sonata a Kreutzer, de Beethoven, tocados numa velha vitrola à corda, provocam suas memórias. A música e os ruídos misturam pensamentos, emoções, acontecimentos, ilusões e lembranças. Com esse mote, o espetáculo SONATA A KREUTZER – UMA HISTÓRIA PARA O SÉCULO XIX realiza 03 apresentações no teatro da rede distrital Alfredo Mesquita nos dias 06,07 e 08/12/2013, dentro da Mostra 2013 EM CENA. Com dramaturgia de Cássio Pires, que reconstrói o clássico de Lev Tolstói, e direção de Marcello Airoldi, a montagem conta no elenco com os atores André Capuano e Ernani Sanchez.

Uma das obras mais impactantes e controversas de Tolstói, A Sonata a Kreutzer mesmo antes de ser publicada em 1891, provocou escândalo dentro e fora da Rússia, levando, mais tarde, à sua proibição nos Estados Unidos. Sem dúvida, os sentimentos exaltados que esta novela evoca encontram paralelo na famosa peça de Beethoven conhecida como Sonata a Kreutzer, composta em 1803, que não apenas inspirou o título do livro como constitui um de seus motivos centrais.

Para o ator André Capuano, idealizador do projeto, um dos principais estímulos para a criação do espetáculo é questionar a instituição do casamento no mundo contemporâneo a partir de uma narrativa do século XIX. “Em que medida a relação entre homens e mulheres se transformou? O retorno à história é certamente uma forma de revigorar esse debate”, explica ele.

O abismo entre homens e mulheres

Para o autor Cássio Pires é impossível não ser arrebatado pela narrativa que Lev Tolstói escreveu sobre o marido que assassinou a esposa. “É uma novela perturbadora. Não estamos apenas diante de um assassino. Via de regra, um assassino nega publicamente seu crime. Mas aqui estamos diante de um assassino que não esconde por um segundo sequer o seu crime. Ao contrário, ele nos conta com riqueza de detalhes todos os passos de sua vida, desde sua juventude até o momento em que vai a julgamento. Outro aspecto importante da história é que ela diz respeito a um momento em que, na Rússia, começava-se a falar em igualdade de direitos entre homens e mulheres, uma ideia então nova. A história ensinou o homem a encarar a mulher como um objeto, quando o mundo se transforma e passa a exigir que a mulher seja tomada como um sujeito, isso parece ter um caráter fortemente desestabilizador para Pozdnichev, o que o leva a desenvolver um conjunto de ideias sobre o mundo, ideias que se chocam com os parâmetros éticos que normalmente são tomados como necessários para a construção de ideais civilizatórios”, conta ele.

Sem utilizar uma única frase que não existe na novela de Tolstói, Cássio transformou 90 páginas de um texto em prosa em 17 páginas de um texto poético para teatro. “Tolstoi tem uma escrita direta, seus personagens não se expressam por meias palavras, mas por enunciados contundentes. Sem perder a linha narrativa, busquei transformar o estilo da prosa de Tolstói em uma espécie de poesia cênica”, fala o dramaturgo.

Já o diretor Marcello Airoldi afirma que A Sonata a Kreutzer, de Lev Tolstói, é uma obra-prima sobre a incompreensão mútua entre os diferentes sexos. “Nela, o autor investiga de forma aguda o desequilíbrio das relações entre homens e mulheres e escancara o abismo existente entre eles. O andamento vertiginoso do romance arrasta o leitor atual, fazendo-o passar por diversas emoções, aproximando-o espantosamente do que às vezes parece distante e ultrapassado: o machismo, a tentativa de dominação das mulheres por parte dos homens e o massacre do feminino pelo masculino. O espectador da sonata acompanha o ‘mau jeito’ com que Pózdnichev lida com as paixões, sua busca desenfreada por controle, seu caminho inevitável rumo à tragédia e sua tentativa de salvação através da moral”, explica o diretor.

No que diz respeito à encenação, ela parte da ideia de revelar mecanismos. Pozdinichev é um personagem que não esconde nenhum de seus passos. De forma similar, uma vitrola é um objeto mecânico, não eletrônico, em que tudo o que a faz funcionar esta às vistas de seu usuário. A percepção desta semelhança estimula a criação de um espetáculo em que o jogo cênico não esconde os procedimentos da criação teatral. Os objetos que compõe a cenografia e os figurinos mesclam elementos clássicos do século XVII, XVIII e contemporâneos,garimpados em brechós e antiquários de São Paulo.

Uma vitrola em Buenos Aires

O ator André Capuano,idealizador do projeto, em uma viagem a Buenos Aires, Argentina, encontrou uma vitrola em um antiquário e a comprou, concebendo na compra, sem saber, o nascimento de um espetáculo. Quando chegou ao Brasil com a novidade, Capuano ganhou então uma coleção de discos de 78rpm para poder usar sua vitrola. Entre os discos, encontrou A Sonata a Kreutzer.

“Quando escutei a música de Beethoven fiquei bem interessado na história e li o texto do Tolstói e fui imaginando montar um espetáculo, pois já tinha a ideia de montar algo que o tema fosse a mulher. Então convidei alguns amigos, todos homens, e começamos a conversar”, conta o ator.

Narrativa sonora

“O que quer de mim esta música?”, indagava Tolstói, em 1888, ao se relacionar com a sonata de Beethoven (composta 85 anos antes). Compondo com duas obras-primas da música e da literatura, criando teatro a partir delas, utilizando elementos épicos, poéticos e cômicos, SONATA A KREUTZER – UMA HISTÓRIA PARA O SÉCULO XIX proporciona um espaço de criação e reflexão, pois o personagem criado por Tolstói busca desesperadamente a explicação para os seus atos e o seu crime.

Para Livio Tragtenberg, que assina o desenho sonoro da montagem, a obra de Tolstói permite diferentes abordagens no âmbito da narrativa sonora. Desde a evidente referência à obra de Beethoven (Sonata a Kreutzer para piano e violino) até novas ondas de referências sonoras advindas do fluxo do próprio texto.

“Essa riqueza permite re-configurar o signo Beethoven em novas variações que incorporam um tratamento mais material, incorporando o uso de aparatos como uma vitrola mecânica do início do século 20 e discos de 78 rotações por minuto, que contribuem com um conteúdo subjetivo e memorial que se projeta na mente do espectador. A ambientação sonora irá construir pontes entre esses universos de referências originais do texto e a realidade dos dias de hoje”, adianta o músico.

que as cenas acontecem, chegando, enfim, à tragédia. Àquela tragédia escrita no livro de Liev Tolstói: A Sonata Kreutzer.

Local: Teatro Centro de Formação Cultural cidade Tiradentes.
Dia: 15/08 a 17/08. Sexta e sábado às 20hs e domingo às 19h.
Duração: 80 minutos.
Classificação: 16 anos.

“A Descoberta das Américas”

(Adulto)

Ficha Técnica:

Texto original de Dario Fo; Tradução e adaptação de Alessandra Vannucci e Julio Adrião; Direção de Alessandra Vannucci; Performance de Julio Adrião; Iluminação de Luiz André Alvim; Operação de Luz Guiga Ensá; Figurino de Priscilla Duarte; Programação visual Ruth Lima; Fotografias Maria Elisa Franco; Produção Thais Teixeira e Martha Avellar

Release:

A Descoberta das Américas, desde sua estreia em 2005 no Rio de Janeiro já percorreu 100 cidades no Brasil, 15 no exterior, fez 500 apresentações e teve cerca de 150 mil pessoas de público.

O ator Júlio Adrião, dirigido por Alessandra Vannucci, é o responsável pelas longas palmas recebidas do público ao final de cada apresentação, como no Festival MITO, realizado em Oeiras, onde durante 10 minutos foi ovacionado pela plateia.

Quando estreou, em 2005, Júlio Adrião recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator e a peça foi eleita pelo jornal O Globo como uma das dez melhores do ano. De lá para cá, A Descoberta das Américas já esteve em inúmeros países e festivais. Em 2012, representou o Brasil em Londres, no CASA Latin American Theatre Festival, se apresentou no FITO – Festival Internacional de Teatro da cidade de Ourense, na Espanha. Em Portugal esteve na Mostra Luso Brasileira (em Coimbra), no Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI) e antes disso, brilhou no festival MITO, realizado na cidade de Oeiras.

Local: Teatro Décio de Almeida Prado.
Dia: 15/08 a 17/08. Sexta e sábado às 21h e domingo às 19 h.
Duração: 90 min.
Classificação: 14 anos.

“O Broto”

(Adulto)

Ficha Técnica:

Elenco: Bruno Fernando Peres, Helton Carlos, Lays Lopes Ramires, Marcela Menillo Isler, Matheus Luis da Silva e Valéria Nepomuceno; Direção: Otávio Delaneza

Nome da Companhia: Grupo Di Atus de Teatro

Histórico da Companhia:

O Grupo Di Atus foi fundado em 2006 na cidade de Santa Bárbara d’Oeste, São Paulo. Desde lá o grupo vem conquistando cada vez mais prestígio e reconhecimento no meio teatral. A 1ª montagem do grupo foi “O anel de Magalão” de Luis Alberto de Abreu, que acarretou mais de 30 prêmios em festivais pelo país, além de atrair a apreciação e o respeito do público. Em 2010 o grupo encontrou no universo do Teatro do Absurdo, um texto de Fernando Arrabal, que traduzia o vazio do homem frente ao mundo. Realizando, então, um circuito por importantes festivais do país com o espetáculo “Fando e Lis”. Em 2012, sendo contemplados no Edital do Conselho Municipal de Cultura de Santa Bárbara d’Oeste, dá-se a realização do projeto “O Broto”, uma reflexão sobre a condição de vulnerabilidade do homem ao meio, e o poder de transformação de si e do outro. Espetáculo estreado em 20/12/2012, fazendo algumas apresentações na cidade, na região, Virada Cultural e demais eventos.
Release:

Essa é a história de um menino chamado José, mas que também poderia ser chamado de Paulo, Rodrigo ou um nome qualquer. Ele é o broto que germina no terreno cênico de nossa concepção. Contaremos a história de todos os brotos que precisarão sempre de um solo fértil para sua frutificação. A vida é feita de ciclos, assim como a de qualquer ser vivo, e é dentro desse conceito que cantamos nosso espetáculo.

Local: Teatro João Caetano.
Dia: 14/08. Quinta-feira às 21h.
Duração: 85 min. Classificação: 12 anos.

“[Maíra]”

(Adulto)

Ficha Técnica:

Elenco: Jheine Tayla Tristão Azzolini, Camila de Souza Alvim, Josiane Bela Vista, Adriano de Oliveira Crisóstono, Celine Aparecida Vilela de Arruda, Luis Ricardo Tristão, Gabriel Lima, Weslley Batista Lima da Silva, Junior Cesar Faleiros, Rafael Donizete Paixão, Jéssica Moussa Macedo, Wylker Henrique Marangoni, Paulo Cesar da Silva, Ana Paula Nonato de Oliveira, Elaine Cristina Narcizo, Leandro Alves de Paula, Rafael de Alencar Bougleux e Marcelo Rocha Silva; Direção: Rafael Bougleux

Nome da Companhia: Coletivo Garrafa Verde

Histórico da Companhia:

O Coletivo Garrafa Verde surgiu em 2010 a partir da união de artistas das cidades de Ribeirão Preto, Franca e Pradópolis (São Paulo), sob coordenação e direção de Rafael Bougleux (Bacharel em Artes Cênicas e professor do curso Técnico em Arte Dramática do SENAC). O principal propósito deste coletivo é experienciar, produzir e descentralizar híbridos de linguagens como: teatro, vídeo-arte, performance, intervenções, artes plásticas, dança e música, sem desconsiderar as questões de fruição estéticas.

Release :

Maíra é aquela mulher que te dá vontade de rir e chorar ao mesmo tempo. Salvar a vida de um pato, se jogar na frente de um carro, sair cantando e dançando com a mão cheirando a pólvora, procurar um delegado e se entregar dizendo: acabo de matar Maíra com um tiro no coração.

Local:Teatro João Caetano.
Dia: 15/08. Sexta-feira às 21h.
Duração: 60 min. Classificação: 16 anos.

“Pterodátilos”

(Adulto)

Ficha Técnica:

Elenco: Fernando Barbosa Muniz, Fabiando Barbosa Muniz, Erik Vinicius Moura, José Victor Oliveira Magalhães, Leonardo Nogueira Lima de Santana, Erick Santos de Jesus, João Alencar; Direção: Fabiano Muniz

Nome da Companhia: Grupo Caixa Preta de Teatro

Histórico da Companhia:

1994-o cúmulo da revolta 1995- a revanche 1996-as freiras de minissaia 1997-nós 2 somos 1 1998-gente como a gente 1999-a gangorra 2001-toda dor com humor se paga 2003-o anjo sem teto 2004-navegar 2005-o auto da estrela guia 2006-dia santo 2007-o burguês ridículo 2010-o escândalo 2011-os cavalheiros de Verona 2012-o despertar da primavera.

Release:

A mãe alcoólatra, já não sabe mais se está à beira do casamento ou funeral de sua filha. O pai, um perdedor clássico, confunde seu passado com os momentos atuais dos filhos. A filha é uma jovem perturbada, bipolar, ansiosa e depressiva. Seu noivo, de sexualidade confusa, é transformado em empregada doméstica. É para este núcleo decadente que retorna o outro filho do casal. Com o propósito de escavar ossos de dinossauros no quintal, acaba revelando que os verdadeiros soterrados são eles próprios.

Local:Teatro João Caetano.
Dia 16/08. Sábado às 21h.
Duração: 80 min. Classificação: 18 anos.

“Amém”

(Adulto)

Ficha Técnica:

Elenco: Laerte Silva Junior, Alexandre Melinsky e Anselmo Ricardo Silva; Direção: Alexandre Melinsky

Nome da Companhia: Cia. Teatral Um e Outro

Histórico da Companhia:

Criada em 1997 com o objetivo de participar da “1ª Mostra de Esquetes de Araçatuba”, a Companhia contava, inicialmente, com apenas dois integrantes, daí ter sido batizada como: “Um e Outro”. O primeiro trabalho apresentado foi “Toalha Rendada”, de autoria de Laerte Silva Junior, fundador do grupo. Outros textos seus foram montados na sequência, com destaque para “Nem o contrário disso…” (1998), cuja versão ampliada foi encenada pelo grupo “Os Mancomunados”, com a direção de Melinsky e do próprio autor. Outros textos de curta e média duração foram encenados pela companhia, como: “As mil e uma faces da violência” (1999), “Viva os Noivos!” (2001), “Espelho da Solidão” (2001), “Eu, hein!” (2005), “Até que a vida nos separe” (2007), “Puberdade” (2007). Entre 2005 e 2006, encenou “Eu & Ela”, de Fernando Fado, com orientação artística de Jorge Vermelho. Em 2008, estreou “É impressão minha ou estão batendo na porta?”, que recebeu 22 prêmios em festivais. Em 2010, recebeu o “Troféu Odette Costa”.

Release :

Clara vê sua família ruir por culpa do fundamentalismo do padrasto pastor. Seu meio-irmão revela que é gay e é expulso de casa. O rapaz não resiste à pressão e se enforca. Anos depois, Clara é vitima do padrasto. Engravida-se dele e é levada a fazer um aborto. Clara então passa a vagar como uma pastora impostora, ironizando com humor crítico a hipocrisia humana.

Local:Teatro João Caetano.
Dia: 17/08. Domingo às 20h.
Duração: 75 min. Classificação: 18 anos.

“A ÁRVORE SECA”

(Adulto)

Ficha técnica: Texto: Alexandre Sansão; Direção: Antonio Vanfill e Leandro Goddinho; Elenco: Ester Laccava; Cenário: Marcelo Larrea; Figurino: Antonio Vanfill

Iluminação: Marcelo Montenegro e Vinícios Andrade; Trilha Sonora: Ester Laccava e Leandro Goddinho; Concepção de Vídeos: Leandro Goddinho; Pesquisa Musical: Claudio Olivotto e Ester Laccava; Produção Executiva: Ester Laccava; Fotos: João Caldas; Produção: Ester Laccava; Técnicos Responsáveis: Pablo Perosa e Leandro Goddinho; Assessoria do Espetáculo: Tuca Notarnicola; Assessoria Ester Laccava: Tuca Notarnicola

Release: Numa odisséia épica, a atriz narra em primeira pessoa a história emocionante de uma mulher que transcende sua infertilidade e arranca à força felicidade nos pequenos momentos de sua vida no sertão. O texto poético baseado na literatura de cordel se reveza com depoimentos autobiográficos da atriz.

A atriz Ester Laccava acaba de ser indicada, pela 4ª vez, ao prêmio Shell, por sua atuação no monólogo“A Árvore Seca”, espetáculo que utiliza a poética do cordel para contar, de forma simples e delicada, a história de uma mulher do sertão nordestino.

Numa odisséia épica que vai do seu nascimento até a velhice, narrados em primeira pessoa, a personagem conta ao público, em versos rimados, a beleza de uma vida onde a felicidade é extraída à força de pequenos momentos incrustados no cotidiano. O texto é de Alexandre Sansão, com direção de Leandro Goddinho e Antonio Vanfill.

“Podemos chamar esse espetáculo de teatro sem fronteiras, inclassificável, que gera dúvidas nas nossas escolhas, que nos torna mais generosos e justos.

Ao ler o texto do Alexandre Sansão, um jovem de 23 anos, fui rendida de compaixão por esse universo tão glorificante,”santo”, que é nosso sertão”, fala Ester Laccava sobre o espetáculo. O texto é do jovem Alexandre Sansão, que possui em seu currículo textos como “O menino da violinha”; “Conto de fardos (pesados em alguma medida desconhecida)”; “O quarto poder”; “Sapeca e Infantil (ou a nova tríade sagrada)”; “O pé de manga” e “A onda gigante”.

Local: Teatro Leopoldo Fróes.
Dia: 15/08 a 17/08. Sexta e sábado às 20hs e domingo às 19h.
Duração: 50 minutos. Classificação: 12 anos.

SHOW

Banda Bicho de Pé

No final dos anos 90, os jovens de São Paulo descobriram o prazer de dançar juntinho nas festas das universidades e o valor artístico das canções e dos poetas nordestinos reacendeu suas luzes.

Luiz Gonzaga reassumia seu trono junto a juventude.

Neste contexto surgiu a Banda Bicho de Pé (1998) com uma presença feminina no vocal.

Em menos de um ano a música “Nosso Xote”, de autoria da vocalista Janaina Pereira, ficou entre as mais tocadas em todo o país e atingiu o 3º lugar nas paradas de SP, segundo a Crowley.

Local: CEU Pq. Veredas
Dia: 07/8/2014 às 19h30.

Cassificação: Livre.

CIRCO

“Café Concerto”

(Circo)

Ficha Técnica:

ELENCO: Marcelo Lujan e Pablo Nordio; TRILHA SONORA: Exentric Music; OPERAÇÃO DE SOM: Caio Beraldo; OPERAÇÃO DE LUZ: Sergio Cooker; PRODUÇÃO: Palco de Papel

Nome da Companhia: Circo Amarillo

Histórico da Companhia:

O grupo Circo Amarillo foi criado em 1997 e desde o início teve como foco a criação de espetáculos que apresentam técnicas tradicionais de circo combinadas com linguagens artísticas contemporâneas.

O grupo possui em seu repertório cinco espetáculos: Sem Concerto dirigido por Carla Candiotto, demonstra uma estética própria marcada pela mistura do clown com a musicalidade; Experimento Circo é baseado no formato do circo tradicional de rua; Clake, que estreou em 2012 sob a direção de Domingos Montagner e que valoriza a arte do palhaço e a comicidade popular através da renovação da tradição das duplas cômicas; Café Concerto que tem o clima descontraído das variétés cômico musicais e Na Estrada que é um espetáculo de circo-teatro com a temática inspirada nas caravanas de circo e ciganos.

Nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2013 foi contemplado em Editais do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo (PROAC).

Em 2013 apresentou o espetáculo Clake no 13o Festival Mundial de Circo; no Circos-Festival Internacional Sesc de Circo e na 1a Mostra de Circo de Rua.

Ainda neste ano, realizou uma circulação com o espetáculo Na Estrada por 6 cidades do interior do Estado de SP. Também em 2013, foi uma das atrações do Circuito Cultural Paulista, da Virada Cultural Estadual e Municipal com o espetáculo Experimento Circo.

Em 2012, realizou uma circulação com os espetáculos Sem Concerto e Experimento Circo por 7 cidades do Estado de São Paulo, patrocinadas pela TE Conectivy e pela Eucatex. Ainda neste ano realizou uma circulação com o espetáculo Clake por 5 cidades do Estado de São Paulo como parte do prêmio PROAC Edital.

No primeiro semestre de 2012, participou do projeto Viagem Teatral do Sesi realizando 34 apresentações do espetáculo Sem Concerto por 17 cidades do Estado de São Paulo.

No início deste ano o grupo realizou uma circulação pela Argentina com o espetáculo Experimento Circo, se apresentando nas cidades: Carpinteria, Merlo, Achiras, Cosquin, Villa Giardino, Villa Carlos Paz, Villa del Dique, Sta Rosa de Calamuchita, Villa Yacanto, Villa Rumipal, Emblase e Rio Tercero.

No final de 2011 o grupo participou do projeto Serafim promovido pelo SESC Santa Catarina e com o qual realizou uma circulação pelo Estado, apresentando o espetáculo Experimento Circo nas cidades: Joinville, São Bento do Sul, Jaraguá do Sul, Blumenau, Brusque, Itajaí, Rio do Sul, Florianópolis, Laguna, Criciúma e Tubarão.

No segundo semestre de 2011 foram realizadas apresentações do espetáculo Experimento Circo na programação do Circuito Cultural Paulista. Em Outubro participou do Evento Cultura Livre SP com o mesmo espetáculo. Também nesse período o grupo realizou uma temporada do espetáculo Sem Concerto no Teatro União Cultural em São Paulo.

No primeiro semestre desse ano, o Circo Amarillo participou da Virada Cultural, apresentando o espetáculo Experimento Circo em São Paulo e Presidente Prudente. O mesmo espetáculo integrou a programação do projeto Teatro nos Parques.

Local: Centro Cultural da Juventude.
Dia: 15/08 e 16/08. Sábado às 20hs e domingo às 18h.
Duração: 45 minutos.
Classificação: Livre.

“BRASIL LUX – CAMINHÃO TRAPÉZIO”

(Circo)

Ficha Técnica:

Diretor de Produção, Mestre em Artes Circenses, Apresentador: José Wilson Leite; Diretor Artístico e Sonoplasta: José Wilson Leite Junior; Artistas circenses: Alessandro Leite, Anderson de Jesus, Claudiney Francisco da Silva, Alessandra Freitas Silveira, Douglas Silva de Oliveira, Fabiana Siqueira Mina, Fernando Felix da Silva, Jânio Carvalho de Matos.

Nome da Companhia: GRUPO PICADEIRO AÉREO

Release:

O Caminhão Trapézio é um espetáculo diferenciado. O equipamento único no mundo permite que dez mil pessoas assistam as apresentações. Com 14 metros de altura e 22 metros de comprimento, este caminhão se transforma em um grande trapézio de vôos em inacreditáveis 20 minutos. os artistas realizam suas acrobacias aéreas em uma altura espetacular com enorme abrangência.

Tecnologia, vanguarda, criatividade e virtuosismo aliado à tradição, dedicação, perícia e técnica apurada são as qualidades da trupe do Picadeiro Aéreo que integra esse aparelho totalmente computadorizado.

Com um conceito, de atuação artística, desenvolvido a partir dos resultados dos experimentos dos melhores circos e grupos performáticos do mundo, este espetáculo marca o início de uma nova linguagem anárquica e vanguardista na cultura brasileira. A direção artística e circense é de José Wilson Moura Leite, fundador do Picadeiro Circo Escola e uma equipe de 10 artistas do Grupo Picadeiro Aéreo.

O espetáculo possui uma preocupação estética, técnica e dramática extrema sem chegar ao eruditismo, tornando o espetáculo realizado pelo Grupo Picadeiro Aéreo plenamente acessível a qualquer público.

O equipamento do Caminhão Trapézio foi idealizado e construído para os trapezistas formandos do Centre de Artes du Cirque, única escola de circo de nível universitário da França, que está instalada na cidade de Chalons Sur Marne. Durante um ano os trapezistas se apresentaram pela Europa realizando seus espetáculos e, depois disso, o caminhão foi devolvido para Escola de Chalon. Em 1997 o então diretor da escola de Chalon, Bernard Turin, veio ao Brasil para conhecer escolas de circo brasileiras e ficou impressionado com o nível técnico dos trapezistas do Picadeiro Circo Escola, alunos do diretor Jose Wilson Leite. Bernard Turin resolveu então doar o equipamento para o Picadeiro Circo Escola

Local: Área do circo.
Dia 16/08. Sábado às 16h.
Duração: 60 minutos. Classificação: Livre.
(O espetáculo acontece na área de circo sem restrição de público. Centro de Formação Cultural cidade Tiradentes.

O Mundo dos Irmãos Becker​”

(Circo)

Ficha Técnica:

Concepção: Cristina Becker; Direção: processo colaborativo Grupo Irmãos Becker; Elenco: Grupo Irmãos Becker; Produção: Cristina Becker

Nome da Companhia: GRUPO Irmãos Becker

Histórico da Companhia:

Formado em 2004 pelos irmãos André e Duba Becker, que conheceram a arte do malabarismo em 2000 e desde então realizam uma pesquisa ampla na área circense voltada às técnicas do malabarismo, equilibrismo e a arte do palhaço.

Fez parte da organização do Circo no Beco e atuou em alguns espetáculos.

Participa desde 2004 de convenções de malabarismo e circo no Brasil e no exterior onde também apresenta seus números e espetáculos.

Apresenta-se em eventos corporativos e particulares, aldeias indígenas, teatros e praças.

Recebe o Prêmio Charles 2005 categoria Circo.

Inicia temporada com seus espetáculos por todo estado de São Paulo em diversos SESCs e cidades do interior e litoral – 2007.

Viaja para apresentações na Áustria e Alemanha – 2007.

Participa em 2008 da 31ª Convenção Européia de Malabarismo (31. EJC) na Alemanha onde apresenta o número Malabarismo Experimental.

Contemplado pela FUNARTE com o prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo – Espetáculo De Volta Ao Mundo em 2009.

Recebe o prêmio de melhor número circense na 1ª Mostra Competitiva do I Festival Municipal do Circo, da Secretaria de Cultura do Município de São Paulo, 2009.

É convidado para a Mostra O Melhor do Circo Paulista no Festival de Teatro de Curitiba – FRINGE – 2010.

É convidado pelo Circo Roda para apresentações no Memorial da América Latina – 2010.

É convidado a ministrar aulas de malabarismo, equilibrismo e acrobacia na SP Escola de Teatro por Raul Barretto (Grupo Parlapatões) – 2010.

Contemplado pelo ProAC (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo) para manutenção do espetáculo De Volta ao Mundo em 2010.

É convidado pelo SESC-SP a participar do Circuito SESC de Artes em 2011 – apresentação em 14 cidades.

É convidado para temporada no Teatro Amil – Campinas e Teatro Folha, São Paulo – SP – 2014.

É convidado para um marco histórico: “Noite de Gala do Circo” no teatro Municipal de São Paulo – 2014.

O Grupo amadureceu e precisou crescer: conta agora com vários artistas que vieram acrescentar valores à “família Becker”.

Release:

Viagem ao mundo do malabarismo conduzida pelos irmãos começa com o Big Bang, em um número de grande apelo estético. Em meio a bolhas de sabão, os artistas exibem técnicas de rolamento e contato manual com bolas de acrílico transparentes. Para ilustrar a invenção da roda, Klaus se apresenta sobre sua mini-bike de 40 centímetros, uma das menores do país, enquanto San Duba exibe habilidades em seu mini-monociclo. Os chineses, primeiros malabaristas da história, são representados em um número de diabolô, um divertido ioiô inventado há mais de 4.000 anos. Os anos passam e as técnicas se aprimoram até o sofisticado domínio da mente humana. Nesse momento do espetáculo, os malabaristas “hipnotizam” uma criança da platéia, tranformando-a instantaneamente em uma exímia lançadora de claves. No fim dessa linha evolutiva, os Irmãos Becker se voltam ao próprio mundo e apresentam o número de manipulação e troca de até oito chapéus, uma de suas marcas registradas.

Local:Área externa do Teatro Zanoni Ferrite.
Dia: 16/08 e 17/08. Sábado e domingo às 16h.
Duração: 50 minutos. Classificação: livre.

INFANTIL

“Terra seca, causo e poesia”

(Infantil)

Ficha Técnica:

Elenco: Beatriz Cristina da Silva, Breenda Karoliny Penha Siqueira, Daniel Rodrigues Gonçalves, Dyeniffer Manoela Carvalho Nobre, Ingryd Karoliny Cabral, Marcelo Laurisson Aparecido Atoji, Nayara Cristina T. dos Santos, Ricardo Patrick Ferreira, Ronaldo Luiz Cabral Junior, Vitoria Quirino Ferreira, Vinicius Henrique Moraes Romero da Silva, Matheus Guerra Assunção, Janayna Alexandra Batista da Silva, Gabriel Natan Cintra, Pedro Ivo Mendes Soares, Thaylla Ryndrea de Paula dos Santos, Gabriel Pereira dos Santos, Matheus Vinicius Tolentino Rocha, Julia Caroliny Trindade Sanches, Isabella Tavares Bueno, Phellipe Moreira de Mattos Rodrigues e Fernando Antero; Direção: Pablo Matta

Nome da Companhia: Cia. de Dentro da Casa

Histórico da Companhia:

A Companhia nasceu em 2010 com o desafio de trabalhar em seus espetáculos teatrais a conscientização e temas ambientais e é composta por atores aprendizes do projeto social “Casa de Cultura e Cidadania” que atende crianças e adolescentes em cidades com alta vulnerabilidade social. Durante esses poucos anos de existência o grupo adquiriu solidez e consistência. Seu primeiro trabalho foi o espetáculo infantil “Gota sobre Gota” e suas maiores conquistas foram participações em festivais e alguns prêmios.

Local: Teatro João Caetano.
Dia 16/08. Sábado às 16h.
Duração: 60 min.
Classificação: 9 anos.
( Os ingressos devem ser retirados 1 hora antes do início da sessão, limitado a um par por pessoa).

“Por quê?”

(Infantil)

Ficha Técnica:

Elenco: Fagner Rodrigues, Linaldo Telles, José Maria Guirado, Antonio Bucca, Fabiano Amigucci, Simone Moerdaui, Vanessa Palmieri; Direção: Fagner Rodrigues e Linaldo Telles

Nome da Companhia: Cia Cênica

Histórico da Companhia:

Fundado em 2007 o grupo cresce em qualidade e apresentações ao mesmo tempo em que evolui.

Release Curto:

Uma praça pública. Todos os dias, à mesma hora, quatro simpáticos senhores e senhoras reúnem-se para, ao som do violão do Sr. Coreto, vivenciar situações inusitadas, engraçadas e profundamente alegóricas. Teatro, canto, dança e brincadeiras são atividades constantes no cotidiano destes personagens e que configuram seu universo lúdico, mas nem sempre harmonioso.

Local: Teatro João Caetano.
Dia 17/08. Domingo às 16h.
Duração: 50 min. Classificação: livre.
(Os ingressos devem ser retirados 1 hora antes do início da sessão, limitado a um par por pessoa).

SHOW

Sketchbook

Diogo Granato

Sketchbook é um espetáculo que mistura teatro, dança, parkour e música, apresentando parte dos rascunhos e anotações do coreógrafo Diogo Granato, colhidas ao longo de sua carreira e nunca utilizadas em seus trabalhos. As sketchs – pequenas cenas – são apresentadas uma após a outra sem transições, deixando claro que são ideias distintas e que não constituem juntas uma linha dramatúrgica. Inspirado pela nova tendência das artes plásticas em apresentar os cadernos de esboços dos artistas como obras em si, este espetáculo é uma exposição de registros que geralmente não chegam ao público, uma mostra do imaginário e da coleta de informações de um bailarino/coreógrafo/diretor em um estado mais cru. Pela primeira vez em suas criações, Diogo utiliza marcações e cenas pré-estabelecidas. Seus solos anteriores também consistiam em um fluxo único de acontecimentos; mesmo as pausas e os diferentes assuntos, entravam no que podemos considerar uma única cena. Em Sketchbook, se faz necessário o uso de pequenas cenas que representam, cada uma, uma entrada nesse caderno de rascunhos, isto sendo natural ao conceito do trabalho, afinal a palavra sketch é a tradução de esboço, de rápida cena, de “um esquema preliminar representando os principais traços de um objeto ou uma cena”.

Ficha Técnica:

Direção e Concepção | Diogo Granato

Interpretação | Diogo Granato

Desenho de luz | Marisa Bentivegna

Músicos | Daniel Gralha (trompete), Vitor Cabral (bateria) e Daniel Amorin (baixo)

Produção | Cau Fonseca

Assistente de Produção | Guilherme Funari

Local: Teatro Cacilda Becker

Dia: 15 a 17 de agosto

Sexta-feira a Sábado às 21h e Domingo às 19h

Duração – 50 minutos

Classificação – 12 anos

Anti e Beco

TF Style Cia de Dança

Anti

“Luta… Oposição… Cura… Rebeldia… Destruir… Livrar-se. O rótulo de sermos humanos está troca constante entre bem e mal. Por toda a nossa história, atravessando diversas culturas, muitas das nossas crenças apenas são trocadas, enquanto outras vem e vão para um lugar em que é impossível viver para lembrar dos costumes de antigamente. O que antes era ruim, milhares de anos depois pode ser banal. Como nós humanos, então, podemos distinguir o que é, sem dúvida, correto?

Essa dança que você está prestes a assistir não responde a essa pergunta. Mas apresenta a você uma dança potente, cheia de personagens humanos, fisicalidade, drama e honestidade. Será criado um contexto em que todos precisarão jogar juntos, criando uma representação do sonho a partir do dia a dia da vida humana. Você verá muitas coisas; ou poderá não encontrar absolutamente nada. Minha esperança, entretanto, é que encontre pelo menos um caminho para se conectar. “Se assim o fizer, eu espero igualmente que aquela personagem sentirá essa conexão com outro ser humano, com você, mesmo que apenas seja uma conexão um pouco maior do que antes de entrar neste teatro.” – Daniel “the grouch” Holt, director of Dirt and choreographer.

Ficha Técnica:

Direção Geral: Igor Gasparini

Direção Artística: Frank Tavantti

Coreografia: Daniel Holt (EUA)

Elenco: Bianca Emy, Bruna Sant’Anna, Frank Tavantti, Helon Hori, Igor Gasparini, Luiz Paulo Cordeiro, Marcia Marcos, Marcos Werneck, Mayara Rosa, Natália Moura e Verônica Lopes.

Iluminação: Gustavo Guerra.

Beco

O quanto nos conhecemos? Até onde vão os nossos desejos? O que quer nosso inconsciente?

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O espetáculo busca refletir sobre o beco de cada um; sobre os anseios individuais e coletivos. O que move esse corpo sonhando ou acordado, aprofundando internamente em múltiplas vontades e refletindo metáforas de uma vida de aparências. Um universo onírico transformado em inconsciente coletivo, situado em uma noite qualquer; em uma rua qualquer; desta cidade. Repetição e reconfiguração de uma interpretação individual dos desejos coletivos. Desejos provocados; desejos obscuros. “A reforma da consciência consiste apenas em despertar o mundo… do sonho de si mesmo” (Karl Marx).

Noite; rua; cidade; muro; grafite. Elementos que inspiraram a criação desse espetáculo e servem como ambiente para que os desejos emanem. Cada um nos seus becos, com seus fones de ouvido, desenhando e colorindo sua história. Narrativas que carregamos; com marcas de um passado tatuado em nossas memórias. Recheado de cicatrizes que tentamos apagar suavemente.

Ficha Técnica

Direção Geral: Igor Gasparini

Elenco: Bianca Emy, Bruna Sant’Anna, Frank Tavantti, Helon Hori, Igor Gasparini, Luiz Paulo Cordeiro, Marcia Marcos, Marcos Werneck, Mayara Rosa, Natália Moura e Verônica Lopes.

Direção Artística: Frank Tavantti

Coreografias: Igor Gasparini e Frank Tavantti

Iluminação: Gustavo Guerra.

Local :Teatro Alfredo Mesquita

Dia :15 a 17 de Agosto

Sexta-feira e Sábado às 21h e Domingo às 19h

Duração – 30 minutos cada espetáculo

Classificação – Livre

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