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Quero mesmo ser mãe?

Quero mesmo ser mãe?

Maristela Tesseroli conta sua experiência de mudar de profissional super atarefada para

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mãe de 2 filhas. Co-autora do livro “Quero mesmo ser mãe?” levanta a polêmica de querer ter filhos ou querer ser mãe!

73 comentários cadastrados em “Quero mesmo ser mãe?”

  1. zora zaccharias disse:


    Muito bom!!!
    Comigo não foi diferente,e no final deu tudo certo…pior que isso ,eu não queria ser mãe no momento que fiquei gravida.Aconteceu exatamente no momento em que estava no auge da minha carreira ,viagens,enfim ….
    As coisas mudaram muito.O que eu fiz ?Mudei de profissão,comecei a exercer a faculdade que havia feito e foi uma loucura…….Sai do Turismo e me sentei na Psicologia…1 filho e 3 enteados pequenos.Descobri que era adorável, aquilo que me deixava amedrontada….Aprendi tudo sozinha,lendo e amando muito……
    Não me arrependo…..

  2. futura mãe disse:


    Eu definitivamente quero ter filhos, e mais que isso quero ser mãe, quero estar presente cuidar,e ensinar os princípios que acho importante, mas pra isso ainda tenho que conquistar minha independência financeira, e depois que engravidar essa questão vai martelar na minha cabeça, pq se eu parar de trabalhar pra cuidar do filho eu teria me contradizido ja que eu busco a independência financeira pra ter filhos, quero poder ter condições de criá-lo, sem coisas supérfulas, mas hoje em dia coisas essencias tbm estão caras. Enfim, é uma questão mto importante e que dá mto medo. Mas como a autora disse, temos que determinar nossas prioridades e filho tem que vir a frente de tudo.

  3. Kátia Nunes disse:


    Maristela disse o que eu sempre pensei e senti e nunca soube. Foi ótimo ouvi-la e “lê-las”. Quero crer que a dedicação ao meu filho e renúncia a muitas coisas que gosto no meu dia a dia valham a pena no futuro. Obrigada, jornalistas!

  4. JULIANA disse:


    É isso aí. Li o livro,tornei-me mãe e acho que posso dizer que, com toda a “carência” que vejo nas crianças de hoje, nós mães, ou candidatas a futuras mães, devemos guardar um TEMPO EXCLUSIVO para cuidar de nossos filhos e ajudá-los a se tornar pessoas fortes e capazes de vencer obstáculos sozinhos em busca de seus sonhos. Ser mãe é a arte de se tornar “dispensável”, pois somente crianças SEGURAS serão capazes de construir uma história digna! E essa segurança vem dos anos de DEDICAÇÃO de uma MÃE VERDADEIRDAMENTE PRESENTE!

  5. Mari disse:


    No meu trabalho atendo todo tipo de mãe (muito mais dos que as 10 entrevistadas para a elaboração do livro)… E mais do que isso atendo as crianças (muito pequenas) filhas dessas mães… No geral são mães cultas, que trabalham, de classe média alta… Mas, vejo que nem todas sabem o que é cuidar de um filho… Uma vez uma cliente comentou que muita mulher tem filhos para “encher porta-retratos”… Na época fiquei chocada com o comentário, mas depois percebi que é isso mesmo… As mães de hoje cobram das pessoas que atendem seu filho, mas pouco fazem o papel de mãe… Cobra-se da escola, do pediatra, da avó… Mas às vezes nada foi feito pela mãe ou até mesmo pela família… Por esse contato com o universo de mães e filhos e seus dilemas (e na maioria dos casos famílias felizes mesmo com eles) sei ou pelo menos conheço o tamanho do “BO”… Por isso tenho certeza que quero ser mãe… E acrescento aos estudos da jornalista, que acho que dariam outros livros, que minha geração não pensa em ter filhos aos 30… Minha geração casa-se aos 30… Então o tempo encosta essas mulheres na parede e a pressão do emocional atrapalha o racional.. Por isso concordo que há de se pensar muito bem e planejar o que é melhor para sua família (pensar no futuro sempre) independente da escolha de ser ou não mãe…

  6. Marisa Monfardini Nogueira disse:


    Não é nenhuma novidade eu te dizer que sou sua fã desde que a vi falar pela primeira vez.
    Como mulher e mãe, o seu tema veio como uma luz e uma certeza para a grande angústia que eu sentia ao tentar querer conciliar a minha vida profissional, o meu casamento e a vinda tão desejada da minha filha.
    Hoje sou muito mais consciente das minhas prioridades e do que eu possa ter errado até aqui e que não repetiria caso venha a tentar dar a ela um(a) irmãozinho(a).
    Também como educadora, vejo o quanto tudo isso tem de verdade, já que os maiores desafios que encontro no meu dia-a-dia vêm dessa alienação das famílias no que diz respeito ao cuidado que os filhos verdadeiramente merecem. Por isso, sou a favor, sim, de o ambiente escolar promover debates, terapias familiares ou individuais e palestras que possam ajudar as pessoas a se conscientizarem de trabalhos tão importantes como o seu.
    Obrigada pela oportunidade de tê-la conhecido assim tão de perto e ainda mais, por ter a honra de trabalhar com as joias raríssimas que são suas filhas.
    Parabéns pelo lindo trabalho!

  7. Fernanda disse:


    Li o livro e concordo. Tenho dois filhos e o trabalho é de formiguinha mesmo. Parei de trabalhar para me dedicar a educação dos meus filhos. Meu marido trabalha muito e apóia. Para educar uma criança é preciso quantidade para ter qualidade.

  8. Maristela Tesseroli disse:


    Cara Zora,você tocou em um ponto super importante, que é o fato de nós, mulheres, termos essa capacidade imensa de nos “reinventarmos” a cada dia. Quando decidimos cuidar de nossas crianças, de verdade, encontramos caminhos até então impensáveis em nossas vidas e descobrimos que priorizar nossos filhos é nossa maior e melhor chance de realização pessoal… além, é claro, de uma oportunidade única de lutar pela construção de um mundo melhor!! Felicidades e toda a sorte do mundo, querida!!

  9. Maristela Tesseroli disse:


    Querida “futura mãe”, parabéns por estar levando tão a sério a possibilidade de tornar-se mãe. De fato, sabemos que não dá para criar filhos hoje em dia sem um mínimo de estabilidade financeira. Daí a necessidade de planejamento e muita reflexão. É impensável, por exemplo, trazermos uma criança ao mundo sem condições mínimas de oferecer-lhe uma boa escola, um bom médico, uma boa alimentação…Mas nunca se esqueça de que, para as crianças, a presença da mãe nos primeiros anos de vida é sempre (e infinitamente!) mais importante do que qualquer bem material que você possa lhe oferecer!! Muito obrigada pelo post, querida!!

  10. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Kátia, tenho certeza de que, em um futuro não tão distante, você perceberá que todas as suas renúncias não apenas valeram a pena, mas foram essenciais para que você experimente a “felicidade” no sentido mais perfeito da palavra… porque não há felicidade maior para um pai e uma mãe do que descobrir que conseguiu, através de seu amor e dedicação, transformar aquele pequeno filhote da espécie humana em um grande ser humano!! Obrigada pela mensagem!!!!

  11. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Juliana, dedicar-se aos filhos, abrir mão de nossa realização profissional, renunciar aos nossos prazeres da vida adulta, mesmo sabendo que, um dia, iremos nos tornar “dispensáveis” para nossas crianças é coisa de gente madura, que já conseguiu entender perfeitamente o seu papel de pai e de mãe. O cuidado exclusivo fornece às crianças as raízes necessárias para mantê-las sempre ligadas a nós e, ao mesmo tempo, dá asas para que voem para longe, descubram seus caminhos, façam a diferença no mundo, mas… saibam sempre que terão em nós o porto seguro para onde podem voltar a qualquer momento em que precisarem de amor e aceitação. Felicidades e super obrigada pelo post!!

  12. Stefania disse:


    Por incontáveis motivos (muitos deles citados pela Maristela) optei por não ter filhos. Mas, se os tivesse, não hesitaria em dedicar a eles o máximo de mim (meu tempo incluído). O livro é excelente. Incomoda e perturba, mas acho que o papel é esse mesmo. O sentido da corrente muda. O importante é você poder escolher entre ir contra ou a favor dela.

  13. Dani disse:


    O livro eh muito interessante pois voce tem que refletir. Acho que o papel de um livro deste calibre eh justamente fazer com que voce pense, as vezes concordando ou ate mesmo discordando do que esta escrito.
    Cuidar de um filho nao eh tarefa facil. O tempo e trabalho dispendido sao enormes, alem eh claro do questionamento quase que diario sobre as decisoes que voce toma, se sao ou nao as mais acertadas dentro daquele contexto. Parabens por terem desmistificado o que significa realmente ter filhos e ser mae.

  14. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Stefania, como tivemos a oportunidade de discutir em nosso livro, a opção por não ter filhos, embora muito difícil para a maioria das mulheres, justamente porque vai “contra a corrente”, revela, além de muita maturidade, o respeito que todos deveríamos ter pelas crianças e pelo futuro da humanidade. Se, por algum motivo, não podemos abrir espaço em nossas vidas para priorizar uma criança, nada mais sensato do que abrir mão de ter filhos. Meu respeito e minha admiração a todas as mulheres que foram capazes de deixar o egoísmo de lado e resistiram ao “sonho de consumo” de ter filhos por entenderem que o bem-estar de uma criança é muito mais valioso do que o “status” de tornar-se mãe. Obrigada pela mensagem, querida!!

  15. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Dani, nossa intenção foi justamente fazer com que as mulheres refletissem sobre os vários (e conflitantes) aspectos da maternidade. Felizmente, não há respostas prontas e cabe a cada uma de nós buscar os próprios caminhos. Como você bem disse, o importante é desmistificar a maternidade e lembrar a todas as mulheres que o amor incondicional que sentimos por nossos filhos não exclui momentos de angústia, de frustração, de dúvida, de cansaço… comuns, aliás, em toda e qualquer relação humana intensa e significativa!! Grande abraço.

  16. Regina m. b. Queiroz disse:


    Estela estou com 62 anos.Quando nasceu a primeira filha estava trabalhando mas decedi ser mãe
    cuidar amar dar valores,limetes,e a minha presença alias era minha fiha que tanto quis.Não me arrependo apesar de depender financeiramente do marido as vezes dos filhos eles são presente de Deus .Colhi o que plantei são maravilhosos e hoje tambem são otimas mães.Tenho duas fihhas e um filho e os valores continuam.
    Beijos!!!Nem tudo o dinheiro compra.

  17. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Regina, que “bálsamo” para os nossos corações o seu depoimento!! Muito obrigada! Como eu disse na entrevista, tenho certeza absoluta de que o nosso trabalho de formiguinha na infância de nossos filhos, vai render muitos bons frutos para nós e para a sociedade, no futuro. Sua mensagem só vem confirmar tudo isso. Parabéns pelo trabalho bem feito e por ter compartilhado isso conosco. Beijos!!

  18. Luciana Ribeiro disse:


    Querida Stela, fantástico o seu depoimento! Sou suspeita em dizer, mas você sabe o quanto admiro sua coragem, sinceridade e competência em falar sobre assuntos envolvendo a maternidade que muita gente não fala: angústia, medos, culpa, raiva, enfim… Você conseguiu resumir, nestes 20 minutos de entrevista, o quanto é importante pensar antes de tomar a decisão de ser ou não ser mãe. Realmente, ter um filho é o maior presente que Deus pode nos dar, mas não dá para negar a dificuldade de educar. Espero, em meio a tanta luta e esforço, conseguir transformar o Pedro num bom ser humano. Um grande beijo e obrigada pela oportunidade da reflexão.

  19. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Mari, é exatamente isto o que acontece: a pressão “biológica” e social faz com que as mulheres decidam-se pela maternidade sem que haja um questionamento mais profundo sobre querer ou não cuidar de uma criança. Pressionadas, nós, as mulheres modernas, nos decidimos pela maternidade por medo de nos arrependermos mais tarde, por medo de frustrar as expectativas das famílias, por medo de nos sentirmos diferentes e, então, temos nossas crianças sem a menor vocação para isso. Daí a necessidade de começarmos a discutir estes pontos para que os filhos não sejam apenas as “figuras decorativas dos porta-retratos”, mas, sim, os pontos centrais de nossas vidas… de fato e de direito!!! Obrigada pelo post!

  20. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Luciana,eu é quem devo agradecê-la pelas colocações. Lembre-se sempre de que sentimentos intensos como o amor que sentimos por nossos filhos sempre irão trazer dúvida e angústia, dado o medo que temos de falhar em relação a eles. Faz parte!! Mas quando temos consciência disso e assumimos a tarefa do cuidado, sem delegá-la a outros, as chances de fazer nossos filhos felizes, mesmo com nossas falhas, aumentam substancialmente. Acredite nisso!!! Beijos e obrigada pelo post!!

  21. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Marisa, você faz parte da minha lista de mães que considero muito especiais porque está entre aquelas que olham para o futuro, questionam-se a todo momento e lutam bravamente para ser a melhor mãe que podem ser!! A você, minha admiração por isso e meu obrigado por ter se integrado à minha vida e à vida de minhas filhas!! Beijão.

  22. Carolina disse:


    Maristela parece que você me entrevistou ou que leu meus pensamentos! Impressionante como alguém descreveu exatamente meus dilemas e sentimentos! Tenho 32 anos e estou grávida do meu primeiro filho, sempre sonhei em ser mãe, exatamente para cuidar e cuidar muuuito, pois sou assim por natureza, mãezona, canceriana, sensível, sempre cuidei e cuido de todos, as vezes, mais do que de mim mesma!!! Para mim o relógio biológico despertou quando eu era Gerente Jurídica de uma empresa, ganhava um ótimo salário, mas não para custear meus desejos e do meu marido, mas para ajudar no sustento da minha família que depositava em mim a esperança! Sou de família pobre, paguei minha faculdade de direito com muito esforço, levei 9 anos para me formar e de repente vi que no meu ritmo louco de trabalho, da pressão, da competição, etc eu sequer conseguiria engravidar! Foram meses de dilemas e decisão, muito difíceis, pedi demissão para tentar engravidar e engravidei 6 meses após!!! Montei uma empresa voltada para o público infantil, via web, o que me proporcionará ficar com meu filho ao meu lado, não só na licença maternidade! Tenho certeza que foi a melhor decisão da minha vida, mas não é fácil, a sociedade cobra, agente se cobra, o mundo te cobra que tu seja aquela executiva toda arrumada, inteligente, que recebe promoções no trabalho, é ótima esposa, ótima dona de casa, ótima mãe, ótima filha. ótima vizinha etc! Muitas pessoas me perguntam, mas tu largou o direito??? Como assim??? Eu escolhi pelo meu filho e se Deus quiser a minha empresa vai dar muito certo e é nela que eu vou me realizar profissionalmente, financeiramente, mas principalmente cuidar e participar ativamente da vida do meu filho!!! Parabéns pelo seu trabalho, pelo seu livro, pela sua história e pela sua coragem e muito, mas muuuito obrigada por fazer com que eu me sinta ainda mais certa das minhas escolhas! Abraços Carolina.

  23. Ir.Geni da Silva disse:


    Querida Maristela,
    Parabéns pela sua palestra, pela clareza e palavras convintes às mães, envolvendo-as com a prática e escolha
    de vida. Já te ouvi algumas vezes,na fala sobre o conteúdo de seu livro e me encanto cada vez mais com sua empolgação e especialmente agora, ouvindo-a novamente nesta Palestra, transmitindo um pouco sobre o seu entusiamo de ser verdadeira, olhando sempre um futuro promissor. Deus a abençoe sempre e especialmente neste novo Ano. Parabéns, por entrar no coração de cada mãe e no meu também.Abraços Ir Geni

  24. Ir.Geni da Silva disse:


    retificando e pedindo desculpas: convintes para convincentes
    entusiamo para entusiasmo

  25. due date calculator disse:


    i think im pregnant

  26. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Carolina: força, muita força!!!! Por tudo que já passei, estou muito segura disso que vou lhe dizer: uma das coisas mais importantes que percebi enquanto cuidava de minhas filhas foi a imensa capacidade que nós, mulheres, temos de nos superar sempre, a imensa capacidade que temos de nos “reinventarmos”. É muito claro para mim que não dá mais para voltarmos ao modelo de vida de nossas avós. Mas nós podemos e devemos aproveitar tudo isso que conquistamos a nosso favor e a favor de nossos filhos.
    Com todas as dificuldades que eu sei que o trabalho de mãe pressupõe, eu ainda acho que quando a gente se dispõe a abrir espaço em nossas vidas para nós mesmas cuidarmos de nossos filhos, nós estamos investindo na chance mais concreta que temos de construir nossa felicidade no futuro. Vá em frente. Só por ter encarado esta mudança, você já tem o meu respeito, a minha admiração e a minha certeza no seu sucesso!!! Tudo de bom, querida!!

  27. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Ir. Geni, que alegria ler este seu e-mail… Muito obrigada pela gentileza de sempre, por ter me acompanhado em boa parte desta caminhada e por ter me dado tanta força. Como costumávamos conversar, adotar esta postura nestes tempos tão conturbados exige mesmo coragem… coragem que nunca faltou à senhora e que, eu espero, nunca me falte para defender aquilo em que acredito e aquilo que imagino ser o melhor para nossas crianças. Um grande abraço à senhora e muitíssimo obrigada pelo post!!

  28. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Fernanda, só mesmo quem cuida para saber o trabalho que dá e a força que precisamos para tomar as atitudes certas na hora certa, não é mesmo?! Trabalho de formiguinha, sim, mas, como sabemos, a única forma de nos tornarmos mães de fato!!! Muito obrigada pelo post!! Beijos.

  29. Maristela Tesseroli disse:


    Ops… meu inglês anda meio “desengonçado”, mas me parece que tem alguém grávida por aqui… É isso mesmo?!?!

  30. Tchella disse:


    Maristela, tomei a liberdade de linkar seu video no meu blog. Será uma alegria receber sua visita lá! Amei teu video e estou indicando para as leitoras!

  31. Mariana disse:


    Olá Maristela,
    Cheguei ao teu vídeo pelo blog da Tchella e o achei interessantíssimo – ao ponto de meus olhos encherem de lágrimas ao te ver falando da maternidade com tanto amor e comprometimento. Hoje em dia é difícil ouvir um conselho tão bom como o seu. Não me preocupava quando ouvia conselhos dizendo que é fácil ter filho, é só contratar babás e mais babás, você só precisa ter um bom emprego para pagá-las, até ver que as mulheres estão tomando para si este conselho! Estão viajando, trabalhando, se doando ao emprego, enquanto em casa há um ser tão pequenino e dependente de uma boa mãe, de uma mãe completa, por inteira. Não estamos mais no tempo de nos anular para sermos mãe, mas eu sempre pergunto: Tem “função” melhor do que ser mãe? Seremos sim remuneradas, mas não por mês e nem por valor certo. Seremois remuneradas pela vida toda, com uma valor inestimável, a cada vez que olharmos nossos filhos educados, realizados e felizes. Parabéns pela sua iniciativa! Sucesso e tudo de bom!

  32. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Tchella, como posso agradecer-lhe?!?! Como você deve ter visto pelo vídeo, sou uma mamãe meio “jurássica” e tenho uma certa dificuldade em “transitar” pelos meios digitais. Agradeço IMENSAMENTE a pessoas como você, a Adriana e o Beto (da Webfilhos), a Simone (da AMS), a Nádia Cozzi (Instituto Pedro Cozzi) por me “conectarem” à rede e me propiciarem este contato tão gostoso e tão produtivo!!! Muito obrigada mesmo!! Vou ficar devendo essa a vocês, eternamente!! Beijos.

  33. Maristela Tesseroli disse:


    Querida Mariana, você me comoveu MUUUUUUUUITO com seu e-mail!! Você nem imagina o quanto foi difícil para mim adotar essa posição porque as críticas são muitas e avassaladoras, na grande maioria das vezes. Sofri muito, tive muitas dúvidas e, em alguns momentos, cheguei a duvidar de que tivesse tomado a decisão certa. Mas, hoje, 13 anos depois, defendo tudo o que você viu no vídeo com “unhas e dentes”. Assim como você, também acredito que seremos remuneradas pelo resto da vida se nos dispusermos a cuidar das crianças que trouxemos ao mundo. Foi super gratificante encontrar esta turma boa aqui, que pensa como nós já que, em alguns momentos, parecia que eu estava sozinha no mundo, defendendo este ideal. Muito obrigada mesmo pelo post!!! Beijos…

  34. Juliana Inglez disse:


    Ola, fui agraciada por Deus, recebi a seis meses o que eu esperava desde que eu me entendo por gente, a Manuela minha filha amada e desejada. E assim ela virou minha prioridade, mas sem deixar de lado meus princípios e desejos como pessoa. Acredito que podemos equilibrar o nosso papel de mãe e o nosso papel como mulher que trabalha e tem o seu papel na sociedade! Perdi meu emprego logo que voltei da licença maternidade, mas não abro mão de trabalhar e ter o mínimo de independência financeira, isso não significa que vou deixar a educação da minha filha na mão de outras pessoa, nem vó e nem mesmo escola, pois estas são apenas complementares. A escola e a família fazem parte da formação da criança, mas nada melhor do que deitar no chão, brincar e rolar e assim transmitir valores e conceitos pessoalmente. Mesmo que a criança tenha que ficar em período integral para mãe ir trabalhar , o que importa mesmo é a qualidade do tempo e não a quantidade!

  35. Bruna disse:


    Oi Maristela! Parabéns pelo lindo trabalho! Por vários momentos, achei que o vídeo tinha sido produzido pra mim… (rsrsrs)e me emocionei! Fico feliz em saber que não estou só na escolha que fiz pra minha vida, pra vida da minha filha e dos que ainda virão. Decidi que pararia de trabalhar assim que me descobri grávida; foi muito difícil, mas tinha a certeza que ninguém melhor do que EU para cuidar da MINHA filha. Todo esforço e desprendimento já valem muito a pena e tudo o que fiz e faço será, sem dúvida, a melhor herança que eu poderia deixar pra ela. Obrigada por dividir sua experiência conosco!

  36. van disse:


    OI MARISTELA! GOSTA RIA DE DISER QUE FIQUE MUITO EMOCIONADA COM SUA PALETRA E OS DEPOIMENTO DAS MUITA GUERREIRAS !!PRECISO DE AJUDA!! TENHO 23 ANOS, SOU CASADA E MEU MARIDO TEM 51 ANOS, ELE JÁ É PAI DE 3 FILHOS!!DOS RELACIONAMENTO DO PASSADO.BOM,SOU TECNICA DE SEGURAÇO DO TRABALHO,E VOU MATRICULAR-ME NO CURSO DE HEGENHARIA AMBIENTAL, POIS QUERO SER HEGENHEIRA DO TRABALHO EM ALGUNS ANOS.COMO FALEI MEU MARIDO APERSAR DE UMA BOA FORMA JÁ NÃO É UM GAROTINHO E EU SOU UMA MULHER QUE AMADORECI MUITO RAPIDO ,POIS NASCI NO ENTERIOR E TIVE QUE TRABALHAR PARA AJUDAR A SUSTENTAR MEUS IRMÃO,POIS SOMOS ÓRFÃO DE PAI, E APERGUNTA. BEM SOU EVANGELICA E SEI QUE A PALAVRA DE DEUS DIZ QUE A MULHER É ADJUNTOURA DE SEU MARIDO E QUE O HOMEM É RESPONSAVEL PELO PROVER O SUSTENTO DA CASA, SABEMOS QUE HOJE A SOCIEDADE NÃO VALORIZA UMA DONA DE CASA, UMA MÃE!!! MEU MARIDO TEM UMA RENDA ÓTIMA E GOSTARIA QUE EU CUIDASSE DA CASA E DOS NOSSO FUTURO FILHO, SOU LOUCA POR CRIANÇAS!! CUIDEI DE MEU IRMÃO QUANDO BEBÊ,E FICO MUITO EMOCINADA POR MAMÃES QUE CUIDA DE SEU FILHO QUE SÃO UM PRESENTE DE DUES EM NOSSAS VIDAS, SONHO QUASE TODAS AS NOITE COM MEUS FILHO ATE SEU NOME E IDADE JA SONHEI, DA PRA EMAGINAR, MAIS NÃO SEI O QUE FAZER!!! QUERO CUIDA DE MEUS FILHO,MARIDO ,CASA E DA MINHA VIDA PROFICIONAL!!
    ME AJUDA!! POR FAVOR!! TAMBEM TEMO PELO QUE AS PESSOAS FALEM, POR QUE SOU MAIS JOVEM E SE DEIXAR DE TRABALHAR PODEM ACHAS QUE EU ESTOU QUERENDO ,PRENDER MEU MARIDO COM UMA BARRIGA,OU MESMO UMA PENSÃO!! JÁ NÃO SE ACREDITAM EM AMOR MEUS EU SENDO CASA LEGALMENTE TEMO PELO QUE PODEM FALAR!!!SEMPRE CUIDEI DE MINHA MÃE E TUDO EM MINHA FAMILIA É COM MIGO!! SOU JOVEM MAIS JA LUTEI MUITO PRA ESTUDAR E SEMPRE SER HONESTA E SER UMA PESSOA DE NOS CAMINHO DE DEUS!!.
    MUITO OBRIGA POR TUDO!! SUA PALAVRA ME TROUXERAM MUITA PAZ!!! QUERO SER MÃE, QUERO SER EXEMPLO PARA MEUS FILHOS COM A PERMISSÃO DE DEUS!!.
    UM ABRAÇO A TODAS!!!
    VAN.

  37. Maristela Tesseroli disse:


    Olá, Juliana querida!! Obrigada por seu depoimento. Realmente, é muito difícil abrir mão de algumas coisas em nossa vida em prol de nossos filhos. Mas, lembre-se de que são apenas alguns anos de “trabalho em tempo integral”. Depois, eles crescem e a gente pode retomar a nossa vida. E garanto a você que as perdas no mercado profissional nem são tão grandes quanto a gente imagina!! Quanto ao “tempo de qualidade”, acho, sinceramente, que é muito difícil falar em qualidade quando temos uma quantidade mínima de convívio, sabe?! Afinal, pense em nossa dedicação ao trabalho. Quanto mais tempo passamos nos dedicando àquilo que fazemos profissionalmente, maiores as chances de sucesso, de ascensão profissional e de reconhecimento no mercado. Simplesmente porque passamos a entender cada vez mais sobre aquilo e, entendendo, passamos a enxergar coisas que passam despercebidas por quem não se dedica tanto quanto nós. Portanto, por que com nossos filhos seria diferente?! Será que se eu rolar no tapete com ele uma hora por dia e me dedicar oito horas ao trabalho, este tempo de uma hora será suficiente para entendê-lo, cuidá-lo, transmitir-lhe valores, conversar, compartilhar minhas emoções?! Particularmente, acho difícil. Mas como cada ser humano é único, talvez algumas mães consigam coisas de que outras não sejam capazes. Só me dá medo de que a gente acabe usando esta história do tempo de qualidade para aplacar nossa consciência. O olhar sincero sobre nós mesmos e sobre nossos filhos é a melhor forma de construirmos um bom relacionamento familiar. Beijos e obrigada pela mensagem.

  38. Maristela Tesseroli disse:


    Bruna querida, eu é que me emociono ao perceber quanta gente está no “mesmo barco”, vivendo as dores e delícias da maternidade. Como sabemos, é dificílimo abandonar nossa independência financeira, nosso “status social”, enfim, tudo aquilo que lutamos tanto para conquistar. Mas, tenha certeza de que, realmente, essa “herança” que você deixará para sua filha é a coisa mais valiosa deste mundo. Carinho, cuidado e afeto em tempo integral para uma criança não têm preço!! Tudo de bom e muito obrigada pelo post!!

  39. webfilhos disse:


    “Querida Van, parabéns não apenas por ser a guerreira que é, mas por estar preocupada com a família que você pretende formar!! Exatamente por tudo o que você disse – o fato de a sociedade não valorizar nosso trabalho como mãe, de tender a acreditar sempre que estamos explorando o homem quando nos casamos com alguém mais velho, ou ainda de taxar-nos de boas-vidas quando optamos por cuidar de nossos filhos etc – é muito, muito difícil hoje em dia alguém colocar a família em primeiro lugar. É muito mais fácil para nós, mulheres, continuarmos no mercado de trabalho e sermos valorizadas por aquilo que somos profissionalmente do que decidir dar um tempo em nossa carreira para colocar nossos filhos em primeiro lugar. Mas, apesar de tudo isso, nunca se esqueça de que, para sermos realmente felizes, precisamos valorizar aquilo que a GENTE julga mais importante em nossa vida e não aquilo que os OUTROS acham ser mais importante. Até porque, é como sempre digo: quando assumimos o cuidado de nossos filhos, quando conseguimos entendê-los e quando nos dispomos a abrir mão de alguns anos de nossa vida em prol deles, nós estamos contribuindo – e muito!! – para um mundo melhor. Quando eles aprendem em nosso colo valores como honestidade, respeito ao próximo, respeito às leis, provavelmente irão se tornar valorosos cidadãos. Quer forma mais eficiente de darmos nossa contribuição para este mundo?! Portanto, querida, se você sonha em ter filhos e quer cuidar deles, vá em frente. Lembre-se de que o trabalho “pesado”, de dedicação quase integral, dura apenas alguns poucos anos e, conforme as crianças vão crescendo, vamos conseguindo retomar nossas vidas. Porém, nunca vou deixar de defender que eles sejam sempre a nossa prioridade… pelo nosso bem e pelo bem da espécie humana!! Beijão, parabéns mais uma vez e obrigada pela mensagem!!”

    Resposta enviada por Maristela Tesseroli via email em 18.02.2012 às 17:01

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  42. ony2005 disse:


    Não sou Pai ainda e sinceramente não sei se quero ser, porém, achei muito interessante e de uma grandeza enorme esse depoimento.

  43. Maristela Tesseroli disse:


    Caro ony2005,você nem imagina o quanto me deixou feliz!! Ouvir uma opinião masculina neste contexto, quase que exclusivamente feminino, já mostra avanços inimagináveis no quesito “família”! Agora, ver meu depoimento classificado como “interessante e de uma grandeza enorme”, me deixou muito emocionada e, mais uma vez, me fez perceber o quanto vale a pena lutar pelas causas em que acreditamos!! Super obrigada!!

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  47. Maristela disse:


    Estou passando por um dilema enorme,pois meu filho que hoje tem 7 anos está com muitas dificuldades de aprendizado na escola.Tenho ajudado da maneira que posso, levando-o a profissionais (fonoaudióloga, neuropediatra, psicopedagoga, etc), mas sinto que por trabalhar o dia todo fora, não tenho feito por ele tudo que poderia, e me cobro muito por isso. E desde então, passei a pensar na possibilidade de realmente exercer meu papel de MÃE e cuidar do meu filho, pq sinto que ele precisa de mim nesse momento tão difícil. Minha chara, me dê sua opinião, qual a melhor coisa a ser feita?

  48. webfilhos disse:


    Maristela, veja a resposta da sua xará……

    Minha querida xará,

    Antes de mais nada, procure acalmar-se e não tomar qualquer atitude da qual possa arrepender-se mais tarde! Além disso, por favor, não se culpe por nada: mesmo não a conhecendo, posso dizer-lhe com toda a segurança (aliás, sua preocupação e seu e-mail já demonstram isso!!!) que, seja lá o que esteja acontecendo, você está fazendo o melhor que pode por seu filho!! Se erramos, erramos sempre com a melhor das intenções e nunca por displicência!!

    Isto posto, querida, vamos aos fatos:

    1 – Esta fase pela qual seu filho está passando costuma ser uma das mais difíceis para as crianças e para as mães. Eu vivia levando sustos na época em que cobria a área de Educação, antes de minhas filhas nascerem, ao saber a quantidade de coisas que interferem na aprendizagem da criança. São coisas tão diferentes entre si e aparentemente tão desconectadas que fica difícil até para os profissionais da área de Saúde fecharem um diagnóstico, quando a dificuldade aparece. Imagine que, neste rol, estão desde causas emocionais (angústia, medo ou timidez extremos) até causas neurológicas ou físicas (como dislexia, frouxidão muscular, hiperatividade, déficit de atenção…). Então, não dá para a gente ficar se culpando por algo que pode não estar, nem de longe, relacionado a nós.

    2 – Por tudo isso, é mesmo importantíssimo procurar ajuda profissional. Como eu disse, às vezes, o caminho até se chegar a um diagnóstico correto é longo e árduo, mas é a única maneira de irmos “descartando” algumas possibilidades.

    3 – Finalmente, você sugere a possibilidade de exercer seu papel de mãe!! Por tudo o que você me ouviu dizendo, querida, você já pode imaginar minha resposta, não é?! Realmente, a dificuldade escolar costuma afetar demais a autoestima das crianças e este momento delicado costuma trazer atrás de si alguns ônus bem desagradáveis, como a criança se recusar a ir à escola, começar a ter sintomas físicos (que ela REALMENTE sente) para livrar-se de ter que ir à escola, o sistema imunológico entra “na dança” e eles começam a pegar doencinhas com muito mais facilidade etc etc etc.

    Desta forma, se você conseguisse estar ao lado dele neste período, eu tenho certeza absoluta de que isso poderia ajudar demais. Só lembre-se de que você é a adulta da relação e a angústia dele não pode fazer eco à sua própria angústia. Você terá que segurar as pontas e fazer o papel de cuidadora, que é justamente suportar a angústia dele para ajudá-lo a superá-la. Assim, certifique-se de que você estará apta a manter-se serena, trabalhando para manter a autoestima dele elevada e sabendo que nada, absolutamente nada, em educação das crianças, vai acontecer do dia para a noite. Paciência é, desta forma, requisito básico para poder ajudá-lo.

    Ademais, querida, você vai enfrentar tudo aquilo de que falei na entrevista se optar por cuidar dele em tempo integral: há momentos horríveis de desespero, em que você se sente super inútil, há momentos de angústia por todas as perdas que você irá enfrentar (em termos econômicos e sociais), há momentos de dor profunda por não podermos passar por eles por essas dificuldades. Mas, eu garanto a você: quando tudo isso passar (e vai passar!!!), você ficará com a sensação inigualável de que conseguiu exercer de fato seu papel de mãe e que, depois desta vitória, você pode voltar ao mercado e enfrentar qualquer coisa porque você se sentirá capaz de mudar o mundo se for preciso!!

    Reflita bem, pondere os prós e contras e, seja lá qual for a sua decisão, certifique-se de que, lá na frente, lá no futuro, você olhará para trás e não se arrependerá dela!! Toda a sorte do mundo e muitíssimo obrigada pela confiança em dividir comigo suas angústias!! Beijos,

    Maristela

  49. Juliana Queiroz disse:


    Querida,
    olhei seu vídeo e realmente me identifiquei muito e fiquei muitoooo feliz por ver pessoas que pensam assim tb! EU sempre tive minha mãe por perto, sempre disponível pra mim! Até hoje! Ela cuida da minha pequena quando estou trabalhando de forma maravilhosa! Brinca, rola no chão… Sei que minha filha está ótima! Mas no meu coração, não fico tranquila pois sei que este é o meu papel. Eu conseguí voltar só quando ela tinha 9 meses e estou há 06 meses trabalhando, mas já decidi, neste mês pedirei demissão… Não é uma situação fácil, trabalho há 14 anos, sou funcionária pública, meu salário equivale a 40% da nossa renda…. Mas sabe, não consigo mais vir tranquila no trabalho, anseio estar com ela!!! Curtir cada etapa! Foi diferente d+ ficar de licença maternidade e sair da agitação (não que cuidar de criança não seja agitado! rs.), mas me sentia em paz, feliz, realizada! E é isso que vou fazer! Sei que Deus está direcionando nossos caminhos, meu esposo me apóia e juntos, vamos conseguir! Quero ser uma mãe maravilhosa!!! O desafio é enorme mas sinto que pra viver intensamente esta vida, esta é A experiência!!!
    Deus nos abençoe! Abençoe nossos filhos!!!

  50. Maristela Tesseroli disse:


    Juliana, você JÁ conseguiu, querida!!!! Tomar uma decisão como essa que você está tomando é algo para comemorar mesmo como vitória já conquistada!! Cuidar de criança, de fato, é um agito só!! Mas não àquele ao qual estamos acostumados… Portanto, será preciso tempo e paciência para a “readaptação de agitos” (rs, rs, rs…). Porém, você verá daqui a algum tempo (porque nada na educação de nossos filhos acontece da noite para o dia!!) que tudo isso será mesmo A experiência da sua vida!!! Toda a sorte do mundo pra você e sua filhinha!! E que Deus continue a nos dar forças para “remar contra a maré”, abençoando-nos e abençoando nossos pequenos. Beijão.

  51. Juliane Willour disse:


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  52. Teresinha Nolasco disse:


    Que entrevista transparente!!!

    Com certeza, todo mundo se vê em pelo menos alguma situação que ela relatou.
    Eu por exemplo, me vejo na parte de ter abdicado do trabalho em prol da minha pequena.
    O futuro? Não sei se será frustrante ou trará glórias por ter feito isso..
    Mas foi o escolhido. A opção que me encaixei melhor…

    Bate a vontade de estar no mercado profissional? Muitas vezes…
    É um sentimento de inutilidade as vezes. Contraditório. Pois cuidar de um filho é estar sendo
    útil. E muito útil.

    Mas sei também que qualquer ser humano precisa ter uma atividade e ter seu próprio dinheiro no fim do mês, para não acontecer como ela falou: “pedir dinheiro ao marido para fazer uma unha.”

    Por mais que o marido seja uma boa pessoa e desprendida, não é a mesma coisa do que ter o seu dinheiro.
    Uma hora ou outra a gente se encontra em situações de recusa para comprar isso ou aquilo. Não por maldade, mas por equilíbrio financeiro. Pelo fato de apenas um estar recebendo um salário e ponderar algo que poderia deixar mais pra frente..

    É fácil? Não…Mas a parte de mãe falou mais forte.

    Hoje, minha pequena está com quase 6 anos. E ainda não tive coragem de deixá-la o tempo todo em um escola. Sendo educada mais por uma professora do que por mim mesma.

    Também passei pela situação da Maristela de não ter os pais ou parentes por perto. Era somente eu e meu marido para cuidar. E ainda é assim..

    E esse não ter ninguém perto me forçou a ficar com minha filha até hoje. É um consolo.

    Babá? Não me vejo enquadrada nessa opção também. Por segurança e por educação. Ela seria mais mãe do que eu. “Educaria” mais tempo do que eu também.

    Enfim… Ainda não me encontrei profissionalmente pós gestação. Hoje tenho vontade de trabalhar em casa, pois as condições e a opção de ser mãe em tempo integral, levam a isso… E vejo muitas mães se realizando assim..

    Mas sempre falamos aqui: para cada escolha, uma renúncia…

    Não chega a ser frustrante, triste. Apenas é o normal de todo ser humano, querer se realizar em todos os setores da vida…
    Enquanto há vontade, há a possibilidade da mudança.

  53. WAN COSTA E MELO disse:


    olá !! boa noite!!!
    preciso de ajuda!! sou casa a dois anos e não tenho filho!. porem meu esposo que que eu engravide no prox. ano!! mas eu estou muito triste veja! faz um ano que só estudo mais meu marido não me dasr liberdade financeira,me controla não tenho cartão só tenho o que ele me dar controladamente!! isso me dar medo por que sendo mãe preciso de dinheiro para conpra o que quizer ou precizar !”" liberdade de decisão”" meu marido tem mais 4 filhos e cada filho ganha 3 mil reais fora extra!! e eu não tenho nem 500 rs ele fala até de 200 rs que eu pago de compra como posso ser mãe???
    estou perdendo minha esperanças!! quero serr mão!!mais acho qque vou trabalhar ou tenho logo meu filho!! sendo assim meu marido pode a té ser melhora pois será que ele vai ser injusto com nosso filho!!tenho 25 anos e meu esposo tem 54 anos “” detalher não sou formada!! penso em me forma depois de 3 anos apois deser mão por favor me ajude pois não tenho a quem perguntar!!!qual o meu futoro!!!!!obrigada!!!

  54. WAN COSTA E MELO disse:


    maristela devo trabalha e estuda primeiro ou tenho logo meu filhojá neste ano, a previsão é ano que vem? para então voutar as atividades estou aflita!!! um grande abraço!!

  55. webfilhos disse:


    Minha querida, sinto-me lisonjeada por você confiar essas dúvidas tão pessoais a mim!! Gostaria muito de dar-lhe uma resposta simples, mostrando o melhor caminho e poder te garantir que, seguindo este caminho, tudo ficará bem!! Mas, em se tratando de relações tão complexas quanto as familiares, jamais poderia fazer isso… porque só você poderá encontrar a resposta certa para a sua vida!! Então, deixe-me apenas tentar ajudá-la a pensar.

    Sabe, por minha experiência pessoal, posso dizer a você que o nascimento de um bebê, planejado, aguardado e esperado com amor pelos pais, tem o incrível poder de chamar para si nossa atenção de tal forma que todo o resto parece que passa a ser “bobagem”. E, justamente por isso, sofremos tanto quando temos que voltar ao trabalho ou aos estudos e nos separar desta criança, que virou o “centro” de toda a nossa existência.

    Por outro lado, pelo que você pôde ver em minha entrevista, o estudo sempre foi prioridade máxima em minha vida. Acho que, justamente por isso, uma de minhas principais preocupações em relação às minhas filhas é que elas possam estudar em boas universidades e ter acesso a todo o conhecimento disponível hoje.

    Portanto, sugiro que você pense nas seguintes questões: se o estudo for tão importante para você quanto o é para mim, será que você conseguirá dedicar-se a ele tendo em casa um bebezinho que, nos primeiros seis meses, precisará muito, muito de sua atenção?! Será, também, que a faculdade não vai onerar ainda mais seu orçamento doméstico, fazendo com que você não possa, em hipótese alguma, reduzir seu ritmo de trabalho para bancar seus estudos?! E se você precisar trabalhar durante o dia e estudar à noite, talvez até nos finais de semana dedicando-se aos trabalhos escolares, quanto tempo de sua semana restará para que você amamente, brinque e curta seu bebê? E, se você não tiver condições de fazer nada disso, será que vale a pena colocar esse bebezinho no mundo para transferir a alguém todo o cuidado que você mesma poderia dar a ele se estivesse com uma vida um pouco menos atarefada?!

    São questões, querida, que, por mais que nos façam sofrer, precisam ser colocadas na balança… Sabe, eu aprendi com minhas filhas que o nosso tempo, o tempo dos adultos, é bem diferente do tempo das crianças e nós precisamos aprender com elas a “desacelerar” quando isso se torna necessário. Quem sabe, neste momento, você poderia levar adiante seu sonho de estudar, trabalhar duro para “pagar” este sonho e, quando enfim, ele tiver sido concluído, você possa ter seu bebê??… Ou, ao contrário, quem sabe, você poderia ter seu bebezinho e, quando ele completar três aninhos e estiver independente e feliz, depois de ter ficado esse tempo todo com você, você possa pensar em uma escolinha e, então, correr atrás de seu sonho já com a sensação de “dever cumprido” em relação a seu filhote?!

    Escolhas sempre levam a renúncias e, por isso, querida, serão sempre difíceis de serem feitas. Mas é a única forma de fazermos o que é certo ao invés de tentarmos fazer tudo ao mesmo tempo para não perdermos nada para nós mesmos, como se o momento presente fosse nosso único bem!!!

    Toda a sorte do mundo pra você e espero que você seja muito feliz, qualquer que seja a decisão que você tomar!! Beijos e, mais uma vez, muito obrigada pelo contato!!

  56. webfilhos disse:


    Minha querida,

    Tudo o que eu disse na entrevista a que você assistiu na Web filhos só é válido quando podemos contar, EM TUDO, com aquele a quem nós elegemos para ser o pai de nossos filhos!! Entretanto, se essa “parceria total e completa” não existe ainda, o melhor que temos a fazer é tentar construí-la. E isso, acredite, fica muito difícil depois que temos uma criança nos braços.

    Veja se você consegue me entender: cuidar de uma criança dá um trabalho danado!! Além do cansaço físico, ainda temos que ter muito equilíbrio para educá-lo, ensinar-lhe o que é certo e o que é errado, fazê-lo alimentar-se corretamente, enfim, tudo o que se imagina que seja necessário para transformar um bebê em um adulto bacana e feliz.

    Bem, se, além de tudo isso, ainda tivermos que gastar energia para mostrar a nossos companheiros a importância de diminuirmos nosso ritmo de trabalho para cuidar desse bebê, sem poder ajudar muito no orçamento familiar por algum tempo (às vezes até alguns anos!!), a situação fica bem complicada! Arrisco-me a dizer a você que isso pode ser causa de um estresse muito, muito grande… às vezes, maior até do que podemos suportar.

    Por isso, querida, se você me permite, gostaria de fazer-lhe uma sugestão: continue estudando com afinco para, com o diploma nas mãos, tornar-se uma profissional competente e com independência financeira. Vejo duas coisas muito boas nessa ideia: primeiro, conhecimento é tudo de bom e faz uma diferença danada na vida da gente!! Por isso, precisamos investir nisso sempre!! Segundo, tenho certeza de que você “crescerá” aos olhos de seu marido que passará a enxergar em você uma mulher capaz de se manter e de se sustentar e que está com ele, não para que ele a financie, mas por amá-lo, respeitá-lo e tê-lo eleito para, JUNTOS, construírem um lar. A relação passa a ser de igual para igual, entende?

    Enquanto isso, durante o tempo em que você estiver estudando, aproveite para conversar bastante com ele, falar-lhe de seus projetos para o futuro, explicar-lhe o quanto você se sentirá feliz em ter seu trabalho e poder ganhar seu próprio dinheiro para ajudá-lo, enfim, fortaleça sua relação até o dia em que você tiver certeza de que ele confia plenamente em você e deixe de cobrá-la tão intensamente como parece que ele vem fazendo agora em relação à parte financeira da casa.

    Apenas depois disso comece a pensar em uma gravidez… Por sorte, você é muito jovem e tem bastante tempo pela frente para tentar ter o filho que você e ele tanto querem! Sabe, querida, quando isso acontecer, quem sabe, vocês já estejam unidos o suficiente para ele entender que sua presença ao lado de seu filho é tão importante que ele nem vai mais se importar em ter que “apertar o cinto” por um período se isso significar mais tempo para vocês curtirem seu bebê.

    Boa sorte a você, minha querida!! Beijos,

  57. webfilhos disse:


    Teresinha querida,

    Como eu me emociono quando leio depoimentos como o seu!! Eles sempre me trazem à memória toda a angústia por que passei, todos os questionamentos que fiz a mim mesma sobre estar “abandonando minha carreira”, toda a ansiedade que me acometia quando pensava que poderia “estar jogando no lixo” meus sonhos profissionais!! Mas, querida, estou alguns anos à sua frente em relação à maternidade (olhe que ficar velha tem lá suas vantagens, tá vendo?! Rs, rs, rs…) e queria te dizer duas coisas que, se você ainda não percebeu, vai notar daqui a alguns poucos anos:

    1 – Tive que negar muitas coisas materiais a minhas filhas. Muitas mesmo!!! Às vezes, como você, eu me perguntava se valia a pena ficar em casa e não conseguir dar a elas tudo o que os amiguinhos tinham. Lembro-me de uma vez, em particular, em que eu e meu marido gastamos cerca de 30 minutos convencendo minha filha mais velha (na época com cinco aninhos!) a comprar uma mochila mais em conta e fazendo-a desistir da mochila “da moda”, que custava o dobro do preço das outras!!! Hoje, entretanto, vejo que, totalmente sem querer, nós criamos uma adolescente muuuuuuuuuuuito diferenciada! Ela não estressa por nada que é material, Teresinha: não exige nada, consome com uma moderação de fazer inveja à mais comedida das mães e… ainda convence os amigos de que é bobagem gastar tanto dinheiro em tantas coisas inúteis. Tenho um orgulho disso que você nem imagina!!! Ao invés de traumatizá-la por sentir-se privada de várias coisas que os outros tinham, nós criamos uma consumidora comedida e equilibrada!!

    2 – Eu voltei a trabalhar justamente quando minha filha mais velha fez seis anos e a mais nova tinha acabado de entrar na escolinha, aos quatro anos. E posso te garantir: não há sombra de dúvida de que, hoje, sou uma profissional mil vezes melhor do que eu era antes de deixar o mercado de trabalho quando elas nasceram. Costumo brincar que ao conseguir criar filhos em tempo integral, você se habilita a fazer qualquer outra coisa. Quando retornei ao mercado de trabalho, costumava dizer que, depois de cuidar de duas crianças sozinha por seis anos, qualquer coisa que aparecesse era uma brincadeira divertida e não um trabalho! Hoje, querida, estou me desdobrando para dar conta de tudo. Ministro palestras, dou aulas para adolescentes, reviso textos científicos, enfim, estou de volta à ativa, trabalhando em casa na maior parte do tempo e, alegria das alegrias, sendo ajudada por minhas filhas, que curtem comigo cada desafio novo que surge em minha vida profissional.

    Portanto, não se preocupe!! Você vai voltar a trabalhar e, mais do que isso, será uma mega-super-hiper profissional!!! Não tenho nenhuma dúvida disso!!! Muitíssimo obrigada pelo e-mail e por seu depoimento… tão sensível e tão lindo!! Beijos,

  58. Teresinha Nolasco disse:


    Maristela querida,

    Que atenção e carinho! Emocionante e sensível foram seus depoimentos. Obrigada!
    E com toda certeza dá pra sentir daqui, tudo que você passou durante muito tempo. Nem precisavam muitas palavras, pois sua expressão diz o tempo todo, tudo, de forma emocionada e sensível…

    Sim.. você está alguns anos na minha frente como mãe. Mas imagino que tenha sido mãe bem nova. Desculpe se falou na entrevista, não me lembro.
    Eu já fui mãe com 37 anos. Praticamente quando me casei. Por isso minha pequena hoje tem quase 6 anos…

    Tenho um blog que fiz para minha Maria. E hoje tiro meu tempinho para escrever nele. Devo confessar que ando me sentindo melhor fazendo isso.
    Lá escrevo sobre seu comportamento, suas dores e alegrias, suas birras, seu desenvolvimento e criatividade e por aí vai. Nada profissional, apenas divagações (como assino) de uma mãe, mostrando que toda criança é igual… ou quase igual…
    E como gosto de escrever… Nem sei se quero parar mais…

    Parece que passando pra outras pessoas, coisas boas, dramáticas, ou engraçadas, estou fazendo algo útil. Mas escrever é sempre bom e isto tem me preenchido um pouco.
    Em dois textos, falo um pouco sobre tudo isso: ser mãe em tempo integral e sobre a profissão que já não existe. Quase um desabafo..rs

    Quando tiver oportunidade, dê um pulinho até lá. Será uma alegria recebê-la.

    Um é este:

    ** “E a mamãe, o que é?”
    http://www.bolhinhasdesabaoparamaria.blogspot.com.br/2012/08/e-mamae-e-o-que.html

    E nesse:

    **”Vantagens da educação em tempo integral”
    http://bolhinhasdesabaoparamaria.blogspot.com.br/2012/05/vantagens-da-educacao-em-tempo-integral.html

    Palavras simples Maristela, mas que muitas mães se enquadram e se consolam. Acho que é esse o papel de quem escreve não é?

    ** Bom.. quanto ao que você falou sobre sua filha, achei simplesmente MARAVILHOSO!

    Aqui em casa temos uma certa consciência e equilíbrio pra tudo também. Seja pros gastos com ela, com sua alimentação (bastante equilibrada), com sua relação com os outros: bondade, desprendimento, ajuda, respeito…
    Não é perfeito. E não conseguimos vitórias o tempo todo. Mas cada conquista, cada aprendizado dela, nos orgulhamos. É tudo esforço.
    Meu marido é muito consciente pra essas coisas e dou Graças a Deus por isso. É uma luta diária que temos que ter para mais tarde, vê-la assim também, como sua filha. E eu espero sinceramente que assim seja.

    Imagino sim, seu orgulho e satisfação, ao ver sua menina hoje, dessa forma: sem muito apego ao dinheiro. É um alívio e uma sensação de tranquilidade por ter (como você disse, “totalmente sem querer”) ajudado a ela a ser assim. Precisa melhor? Mas creio que nem tão sem querer, mas com muito esforço, aqui e ali.

    ** Pra mim, talvez será mais complicado futuramente, voltar ao mercado de trabalho. E pra te falar a verdade, depois de 6 anos em casa, nem sei se quero.
    O pique mental é outro hoje em dia. Maria ainda é muito novinha. Quando estiver mais madura, estarei junto com ela.
    E como sempre falo (e sabemos disso), o mercado aí fora é cruel. E cada vez mais, andam preferindo os mais novos e adolescentes do que os mais maduros. Desvalorização. Mas ainda ha´a esperança de produzir em casa… Planejando, sonhando e tentando… É preciso!

    Obrigada pela delicadeza, pela força e atenção…

    Desejo muito sucesso em tudo… Tenho certeza, que mesmo com toda sua correria, você está feliz.
    Mãe e profissional: como tinha que ser…

    Beijos grandes…Deus te abençoe…

  59. webfilhos disse:


    Querida Teresinha,

    Você nasceu para escrever!!! Que delícia de depoimento, que delícia de texto!!! Estava esperando ter um tempo maior para escrever-lhe com calma, mas, como este tempo nunca chega, resolvi escrever-lhe apenas este bilhetinho apenas para que você saiba que fiquei “radiante” por estar encontrando gente como você por meio da Webfilhos. Ficarei devendo isso à Adriana e ao Beto pelo resto dos meus dias.

    Já dei uma olhada em seu blog… que exala sensibilidade, a começar pelo nome lindo que você escolheu!! Quero “passear” por lá com muuuuuuita calma. E já fica prometido: escrevo a você em breve para retribuir, à altura, esta delícia de e-mail que você me enviou! Super obrigada por isso, minha querida!!! Beijo grande pra você e beijocas estaladas pra Maria…

    Maristela

  60. Teresinha Nolasco disse:


    Oi Maristela,

    Poderia falar que nem tenho palavras para o seu “bilhetinho”… Mas tenho sim… “Carinhoso, sensível e gentil”… E deixo o meu também..

    Da mesma forma que você, fico radiante e feliz (mesmo) com seus retornos tão simpáticos… É a sua cara…
    Fico aqui, rindo a toa e confesso que nunca fui tão bem recebida pelo mundo virtual. Com palavras tão meigas e sinceras… Obrigada…

    Foi uma HONRA enorme você ter ido ao blog da Maria (já mandei seu beijo… leio tudo aqui em casa)…
    Pra te falar a verdade, mesmo que não tenha mais tempo de voltar, pra mim já foi satisfatório…
    Me preencheu por muitos anos tudo isso… Posso então, assim, continuar a escrever…

    Exagerada? Quem sabe… sou assim..

    E também, como você, devo isso a Webfilhos…
    Deus te abençoe e abençoe sua família…
    Seja feliz..Sempre!
    Obrigada!

  61. valuable information disse:


    valuable information…

    [...]s Currently really do not stop eating because there is yet the decision that 79[...]…

  62. renata dias disse:


    Parabéns
    Conhecimentos super enriquecedores pois demonstra através de experiências vividas o quão trabalhoso é “SER MÃE” –
    ouvi uma vez que – o trabalho mais difícil em que você trabalha e não é remunerado, e ainda apesar de tudo é feliz sofrendo,
    é esse trabalho tão trabalhoso SER MÃE…

    Maristela o que você disse em relação ao futuro dos filhos é verdade, tenho 26 anos sou de família humildade, minha mãe dedicou sua vida por mim e pelos meus irmãos enquanto somente meu pai trabalhava, passamos muitas dificuldade, mas os filhos que recebem o amor, carinho,dedicação, amizade e companheirismo incondicional dos pais sabem reconhecer o que os seus pais fizeram por si, quando na verdade foi sacrifício que fizeram pela criação e educação…

    atualmente tenho minha vida profissional a mil por hora eu diria…tive uma aborto espontâneo por causa do meu trabalho…

    vivo dia a dia essa culpa por tê-lo perdido por não saber da existência do meu bebê não repousei- fica a dica filhos em primeiro lugar…

    sempre tive muita vontade de SER MÃE – mas a insegurança me atrapalha – tenho medo de sofrer tudo que sofri e sofro pela perda do meu filhinho…

    prometi para mim mesma e por esse bebê que perdi que não sofrerei mais…

    seria tão simples se a mulher não fosse tão cobrada pela sociedade… temos que nos desdobrar em 50 ou 100 ao mesmo tempo não e exagero não gente!!! isso é verdade… somos tão cobradas, até por nos mesmas…

    a mulher para SER MÃE ela precisa de apoio psico, físico para que possa ter uma boa gestação…e depois as fases pós-partos…

    Obrigada pelo grande aprendizado por aqui

    Abraços a todos vocês

    Boa Tarde

    RENATA MENDES

  63. renata dias disse:


    Maristela

    Aguardo seu comentário

    Abraço enorme

    RENATA MENDES

  64. webfilhos disse:


    Renata querida,

    Super obrigada por seu depoimento. É extremamente gratificante para mim saber que, cada vez mais, as mulheres se dão conta do quanto são cobradas por elas mesmas e pela sociedade como um todo. Acho que, somente a partir desta percepção, poderemos refletir melhor sobre nós mesmas para entender que não podemos ser as “mulheres-maravilha” que todos esperam que sejamos. Como nós dissemos em nosso livro, precisamos aceitar que não podemos ser “super” em todas as áreas de nossas vidas, durante todo o tempo!!!

    Portanto, querida, o primeiro passo é livrar-se da culpa pelo seu aborto espontâneo. Nós não podemos ser culpadas por algo sobre o que não tivemos sequer o direito da escolha.

    O caminho para o crescimento não é a culpa, mas o aproveitamento destas lições que a vida nos propicia para repensarmos nossas escolhas e nossas prioridades nesta vida. E você, pelo que escreveu, já descobriu quais são as prioridades de sua vida…

    Se você estiver planejando uma nova gestação, lembre-se daquilo que eu disse em meu depoimento: procure entender que, cada momento de nossa vida, deve ter a sua prioridade e deixar algumas coisas de lado em determinados momentos sempre traz alguma dose de sofrimento. “Faz parte”, querida, e não há como enganá-la a respeito disso…

    Se você quiser ser mãe, vai precisar priorizar seu filho durante os primeiros anos da vidinha dele se quiser que ele tenha a mesma experiência que você e seus irmãos tiveram em sua infância. É difícil?! Muito, muito, muito…. não se deixe enganar!!! É difícil reduzir o ritmo no trabalho, é difícil fazer a sociedade aceitar isso, é difícil ficar em casa cuidando diuturnamente de um bebezinho. Mas é disso que seu filhinho vai precisar e é isso que temos obrigação de oferecer-lhes quando optamos pela maternidade e desejamos que eles cresçam felizes e saudáveis!!

    Toda a sorte do mundo para você!!! Grande beijo.

  65. nuziar disse:


    Bom preciso de uma ajuda de todos!!!!! MESMO MESMO AS AMIGAS QUE COMPARTILHA AQUI. SOU CASADA 3 ANOS E NAO TENHO FILHOS. POR SER OVARIOS MIGROPOLICISTOS. QUERO MUITO SER MAE. MAIS MINHA ENTIADA DE 15 ANOS DO RELACIONAMENTO ANTERIOR QUER VIR MORAR CONOSCO. O QUE EU FAÇO ? COMO DIZER NÃO. QUASE NÃO FALAMOS ELA NÃO SABE NADA DE CASA SÓ SAI DE CARRO OU TAXI. NAO COME COMIDA DE PANELA SO BISCOITOS E REFRIGERANTE NEM A CAMA ELA ARUMA. MEU DEUS COM EDUCA UMA PESSOA ADOLECENTE QUE NEM O PAI PODE FALAR QUE ELA GRITA OU FAZ BICO.JESUS EU QUERO MEU CASAMENTO, MEU MARIDO QUERO COSTRUIR EDUCA MEUS FILHOS POIS POSSO CORRIGIR POR SOU A MAE. TENHO 27 ANOS E NAO TENHO IDADE DE SER MAE DE UMA PESSOA QUE JA SABE O QUE QUER. LOGO PENSO QUE ELA QUE SI VER LIVRE DE SUA MAE. PENSAVQUE MORANDO COMIGO VAI SER MELHOR POR QUE NAO LEVARA BRONCA DE MIM. NEM DO SEU PAI. GENTE NAO POSSOACEITA O QUE FAZER NAO FALEI COMEU MARIDO MAIS ACHO QUE ELE QUER. POR DEUS ME AJUDE. NAO TENHO COM QUEM PEDIR. MUITO OBRIGADA POR TUDO. NUZIAR COSTA.

  66. marlene disse:


    Bom dia. Gostaria de compartilhar. Sou casada mais nao tenho filhos e so deus sabe quando vou ter filhos. Maristela com todo respeito. Como posso ser mae nos dias de hoje onde é tudo tao dificio. Tenho muito medo de ser mae!. Meu marido bebe sai muito vamos supor que ele pisi na bola com outra mulher. Eu iria separa e o filho? Onde fica? Nao quero ser mae separada e hoje ninguem é de niguem. Pelomenos è o que falam. Querida a violencia em toda parte. E sozinha è melhor. Que 2. Voce nao acha? Trabalho so para nao ser sustentada pelo meu marido.sabe por que? Por que todo mundo diz que eu so estou com meu esposo por que ele é um empresario muito bem sucedido! Voce entende. Alem do mais ele ja tem filhos da ex-mulher. Vão dizer que quero competir com a ex, como posso ser uma mae filiz. E muito mais complexo que paresse. Logo sou muito grata por esta oportunidade de espor estes dilemada vida real. Um grade abraço queria Maristela.

  67. marlene disse:


    Obrigada!

  68. webfilhos disse:


    Marlene, nossa querida Maristela Tesseroli está em meio a uma mudança e ainda sem internet, pede sua compreensão, mas em breve lhe enviará resposta à sua solicitação. Um abrçao. Equipe Webfilhos

  69. webfilhos disse:


    Nuziar nossa querida Maristela Tesseroli está em meio a uma mudança e ainda sem internet, pede sua compreensão, mas em breve lhe enviará resposta à sua solicitação. Um abrçao. Equipe Webfilhos

  70. webfilhos disse:


    Nuziar querida,

    Sua angústia é perfeitamente justificável!!! E, infelizmente, não posso dizer que seja exagerada porque, realmente, se sua enteada vier morar em sua casa, você precisará de muita força, muita paciência e muita dedicação para enfrentar a situação. Nada do que você contou em sua mensagem facilitará a convivência: o fato de você praticamente não conhecê-la, o fato de o pai não ter estabelecido limites para ela, o fato de você ser muito jovem e o fato de ela imaginar que estará se livrando das broncas da mãe ao ir morar com vocês. Portanto, querida, queria muito dizer uma outra coisa, mas, a meu ver, muito dificilmente isso vai acabar bem. Para que tudo desse certo, você e seu marido precisariam se preparar muito bem para esta nova situação e, mais do que isso, começar a conviver com a garota ANTES de ela mudar-se para a casa de vocês. Assim, se me permite um conselho, converse com seu marido e exponha todas as dificuldades que você já prevê. Para que o relacionamento entre adolescentes e adultos dê certo, a primeira coisa que precisa estar presente é o amor. E a segunda é o limite. Sem esses dois ingredientes, os relacionamentos costumam ser muito conturbados e podem mesmo, como você já imaginou, levar a situações tão dramáticas quanto uma separação ou um estresse tão grande que torne impossível a convivência com o adolescente. Volto a dizer: fale com seu marido, exponha a ele a situação e proponha que comecem a conviver com ela com mais frequência, a fim de se conhecerem e começarem a preparar terreno para uma possível convivência diária. Boa sorte e muito obrigada pelo contato.

  71. webfilhos disse:


    Marlene querida,

    Entendo perfeitamente bem suas preocupações e acho que você está coberta de razão em questionar-se se quer (ou se deve) mesmo ser mãe!!! É exatamente por hoje estar tudo tão difícil que eu insisto em pedir às mulheres que reflitam muito sobre a decisão de ter filhos. Pelo que você expôs em sua mensagem, há vários pontos a serem considerados por você antes que se decida pela maternidade, o principal deles, a meu ver, em relação a seu marido que, segundo você, gosta de beber, de sair e já tem filhos. Muito provavelmente, ele não se sente tão angustiado quanto você em relação a ter ou não ter filhos porque ele já experimentou a paternidade e tudo o que ela traz de “dores e delícias”. Além disso, filhos pequenos não favorecem muito a nossa vida social. Temos que deixar alguns hábitos de lado durante um bom tempo. Bebida e balada, querida, normalmente não fazem boa parceria com bebês, que precisam de muito sono, ambientes calmos e pais em seu estado mais normal possível para exercerem bem sua maternidade e sua paternidade. Outra coisa em seu e-mail que me chama a atenção é o fato de você dizer que não quer ser mãe separada. Você está absolutamente certa em relação a isso porque relacionamentos, hoje em dia, vão e vem, e nós, adultos, já lidamos muito bem com isso. Com as crianças, entretanto, isso ainda não é verdadeiro. Elas sofrem muito com uma separação dos pais… E as mães, em especial, devem esquecer-se de si próprias por um bom tempo e evitar novos relacionamentos até que a criança cumpra o “luto psicológico” pela “perda” do pai. Portanto, querida, se você me permite um conselho, continue refletindo se este seria o melhor momento para você ter uma criança ou se, quem sabe, não seria mais prudente dar um tempinho a mais em seu casamento para discutir estas angústias com seu marido e ver se ele pode entendê-la e apoiá-la, caso você se decida por ter um filho. Mas lembre-se: criança exige muito sacrifício de nossa parte e precisamos estar muito dispostos e seguros de que somos capazes de abrir mão de boa parte de nossos prazeres para fazê-los felizes. Beijão e toda a sorte do mundo pra você.

  72. Juliane disse:


    Adorei ouvir suas palavras e quero MUUUUITO ler o livro, onde o encontro?
    Eu fui pega de surpresa aos 29 anos quando descobri que seria mãe, até então não sabia o que fazer após a licença maternidade, mas, tinha uma certeza, não conseguiria ficar longe do Pedro. Consegui fazer um acordo e larguei meu trabalho. EU AMO SER MÃE, cuidar dele, amamentar, fazer sua comida, mudei tanto, tanto, tanto, desisti de alguns conceitos, incorporei outros e estou com ele que já tem 1 ano e 3 meses. Antes de engravidar eu pensava que gostaria sim de ser mãe pra ensinar a ele como ajudar o mundo a melhorar, a torná-lo um grande homem, mas, não no sentido financeiro, sim, no coração.
    E ele veio…Graças a Deus!
    Ficamos em casa o dia todo, tem dias que estou bem cansada, com menos paciência, até preguiça mesmo, mas, sei que preciso vencer isso. Já me culpei muito por sentir raiva em alguns momentos, mas, sei que isso é pontual, o amor ultrapassa tudo, vamos nos virando aqui, se Deus quiser terei irmãos pra ele e quero cuidar com o mesmo amor e trabalho por muito tempo. Meu sonho é colocá-lo numa escola quando ele pedir pra ir! Pra isso estamos apertados aqui, mas, sei o quanto isso é primordial na vida dele e principalmente na minha.
    Obrigada pelo seu relato!

  73. webfilhos disse:


    Seu depoimento me comoveu demais. Que delícia saber que ainda existem tantas mulheres maravilhosas como você que não têm medo de dizer “EU AMO SER MÃE”!!!! Neste mundo tão competitivo em que vivemos, deixar de lado nosso “lugar ao sol”, tão duramente conquistado, para nos dedicarmos a cuidar das crianças que trouxemos ao mundo exige MUITA CORAGEM e MUITO DESPRENDIMENTO! Não é fácil mesmo!!! A gente sofre, a gente se cansa, a gente se culpa por perder a paciência de vez em quando, por ter que apertar o orçamento aqui e ali, enfim, a gente enfrenta uma barra bem pesada. Mas, Juliane, acredite naquilo que eu disse na entrevista e também para um montão de mães que entraram em contato comigo através da WebFilhos: o Pedro é seu maior e melhor investimento. “Perca” muito tempo com ele, “não economize” colo, beijos e abraços, “gaste” com ele todas as suas energias físicas e mentais. Daqui a algum tempo – e nem vai demorar tanto quanto a gente imagina – você vai receber com juros e correção monetária tudo o que investiu nele. E esse “retorno” chegará a você em forma de FELICIDADE… Desde já, pelo bem da humanidade, estou cruzando os dedos para que o Pedro ganhe mais um irmãozinho (ou, quem sabe, uma irmãzinha, né?!) e ambos possam desfrutar juntos do privilégio de ter uma supermãezona como você!!! Muito obrigada pela mensagem. Ah, sim: quanto ao livro, acho que a edição, infelizmente, já se esgotou!! Mas agradeço imensamente seu interesse!! Beijão.

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