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A Evolução dos aparelhos auditivos adaptados para crianças

A Evolução dos aparelhos auditivos adaptados para crianças


Os primeiros aparelhos auditivos eram grandes, pesados e muito desconfortáveis, e as crianças tinha dificuldade de se adequar a eles, depois eles foram se evoluindo, mas mesmo assim ainda não eram bem aceitos pelas crianças. Na década de 80 os aparelhos auditivos tiveram uma evolução muito grande, principalmente os aparelhos auditivos retroauriculares, que possuem recurso a sua adaptação a qualquer grau de perda auditiva, desde as de menores graus até as de graus maiores.

A perda auditiva na infância, mesmo que de pequeno grau, pode comprometer o desenvolvimento global da criança e deve ser tratada precocemente. A Doutora Ursula Maria Lellis De Vitto, fonoaudióloga, fala sobre a evolução dos aparelhos auditivos, que foram adaptados para as crianças.

Hoje é esperado que as crianças usem o aparelho auditivo desde muito pequenas, como a doutora explica no vídeo. Algumas medidas foram tomadas para que os aparelhos fossem adaptados facilitando a utilização do aparelho, principalmente quando usados em bebês.

Os próprios pais devem observar e checar o funcionamento do aparelho auditivo. Isso vai melhorar o funcionamento dos aparelhos e do mesmo modo a sua conservação.

Apesar de toda evolução tecnológica, os aparelhos tem limitações, como quando expostos a ruídos. Os aparelhos auditivos captam bem os sons produzidos mais perto. A situação da criança que utiliza o aparelho auditivo em sala de aula pode se tornar muito critica dependendo da distancia que o professor esteja do usuário do aparelho; porém existem novas tecnologias que podem auxiliar neste caso.
Os aparelhos auditivos não fazem milagres. É possível que a criança ainda encontre dificuldades, mesmo usando o aparelho. É importante que a criança seja acompanhada por um fonoaudiólogo e é recomendado que ela use o aparelho a maior parte do dia.

Os bons resultados dependerão da participação geral, dos familiares e da escola. Um ambiente motivador, que trate a criança sem preconceitos e que valorize seus avanços e conquistas, ainda que pequenas, contribuirão muito para o seu desenvolvimento.

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