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Relação entre pais e filhos

Relação entre pais e filhos


O professor titular de pediatria na Unicamp e também medico puericultor, pediatra e neonatologista, José Martins Filho, fala neste video da webfilhos um pouco de como está o relacionamento entre pais e filhos nos dias de hoje.

O mundo moderno faz com que as pessoas precisem trabalhar, e hoje os pais e as mães estão trabalhando. No Brasil existe uma lei que permite que a mãe tenha de 4 à 6 meses de licensa para cuidar de seu filho logo após o parto.

Mesmo tendo esta vida de ambos trabalharem, os pais tem que reservar um tempo para conversar com seus filhos e assim estabelecerem um vínculo materno, pois isso vai ajudar no desenvolvimento da criança.

A evolução da sociedade fez com que as relações familiares mudarem, mas não é por isso que devemos priorizar o trabalho. As coisas tem que caminhar juntas. Conversar com os professores e sair com seus filhos nos finais de semana são um ótimo passo para os pais

Apenas dar um beijo no seu filho e dizer que o ama não é o suficiente. É preciso planejar a vida após ter um filho, pois a criança precisa de cuidado, precisa ir ao medico, na escola, tomar vacina… são muitos os cuidados com a criança. Apenas deixá-la com os avós ou com a babá não é o melhor caminho, pois isso atrapalha o desenvolvimento da criança. É preciso se controlar no começo, pois é quando a criança mais precisará da mãe e do pai.

As crianças precisam de cuidado e de atenção. O pai é uma figura fundamental e também deve cuidar dos filhos, mas a relação do bebê com a mãe é essencial, pois foi ela quem gestou e quem amamenta, mas aos poucos o pai vai entrando na sua vida e deve participar ajudando e apoiando a mãe.

56 comentários cadastrados em “Relação entre pais e filhos”

  1. Edjane Bittencourt Araujo disse:


    Excelente, os profissionais pouco se posicionam e praticamente não abordam estas questões junto aos pais ou familiares.
    Os pais buscam realizar seus sonhos pessoais, “não querem perder tempo” nessa “busca”, esquecem que uma das maiores realizações do ser humano é serem pais, isso requer compromisso real e sacrificio real.
    Achei interessante a fala da “criança terceirizada”, é triste mas real. Uma matéria como esta precisa ser bem divulgada, pois é importante para formação de opiniões, leva a uma atitude critico reflexiva.
    Sou enfermeira e tenho três filhos, trabalhei a noite por muitos anos, parei de fazer cursos por um tempo para dedicar-me aos meus filhos e esposo, hoje vejo que valeu muito, meus filhos com 21, 20 e 18 anos são amigos, companheiros, mamaram exclusivamente até praticamente 6 meses e complementado até um ano e dois meses, não usaram chupeta. Hoje são militantes conosco na causa da amamentação e da valorização da familia, meu esposo também sempre contribuiu e apoiou.
    Parabéns Dr. José Martins, deixamos aqui nosso apoio a esta causa tão preciosa e frágil, vamos protegê-la e fortalecê-la!

  2. Maribel Barreto disse:


    Olá Dr José Martins, grata por compartilhar suas experiencias.
    Eu também levanto essa mesma bandeira.

    Grata Muitas vezes!

  3. Maribel Barreto disse:


    muito grata! entrevista tocante. Eu que vivo full time com os meus pequenos, com todos os meus conflitos internos, achando que não estava indo muito bem… Depois de ouví-lo concluo que eles são privilegiados. Não imaginava que a realidade fosse tão cruel com nossos pequenos e imagino como deve ser duro para o Sr, com tantos anos de prática, ver o futuro ser tratado com tanto descaso. Grata por compartilhar!

  4. Rita maria Viana Rêgo disse:


    Excelente!
    Sou sua fã Prof° José Martins.
    Durante muitos anos, o Brasil dispôs de poucos livros sobre amamentação e o seu “Como e porque amamentar “ era referência . Meus alunos do curso de enfermagem da Universidade Federal de Sergipe utilizaram bastante da década de 80. Já pensou em (re) editá-lo? Na atualidade li “ A criança terceirizada” e recomendo para os profissionais que estão preocupados não apenas com a curar de patologias mas principalmente em promover a saúde no alvorecer da vida para a família inteira. Crianças amamentadas, amadas, curtidas pelos pais certamente serão adultos mais saudáveis e mais felizes.
    Sou enfermeira e tenho apenas um filhos, que amamentou por 4 anos, exclusivo até 4 meses. Durante todo este tempo renunciei a qualquer evento e como valeu a pena.
    Hoje ele tem 18 anos, é um adulto determinado, feliz, e cuidadoso comigo, bastante amigo.
    Parabéns Dr. José Martins, avante professor, continue nesta luta, pensamento no futuro… e que Deus o abençoe sempre
    Rita Maria Viana Rêgo
    Enfermeira, Especialista em Enfermagem Pediátrica e Puericultura UNIFESP, Mestre em Enfermagem e doutoranda – Universidade Federal do Ceará.
    Professora – Universidade Federal de Sergipe

  5. Maristela Tesseroli disse:


    Sempre corajosa a postura do Dr. José Martins ao falar sobre a necessidade de as mulheres estarem presentes na vida de seus filhos, priorizando-os em relação a si próprias. Neste mundo hedonista e egoísta em que vivemos, é preciso ser muito corajoso para fazer este tipo de abordagem. Espero que ele continue defendendo seus ideais e convença mais e mais mulheres de que ser mãe só tem mesmo sentido quando nos dispomos a assumir o cuidado com nossos filhos, a oferecer-lhes afeto e a dar-lhes limites. Parabéns, Dr. Martins!!

  6. Andréa disse:


    Que maravilha esse vídeo, todo pai e mãe tem que assistir.

  7. Astria Ferrão disse:


    Dr. José, concordo em boa parte do seu discurso. Porém minha dúvida é: porque o pai pode passar mais tempo longe do filho? E por que é só a mãe que tem a responsabilidade emocional sobre a criança? Seu discurso é todo em cima de como a MÃE tem que ficar com a criança, trabalhar menos, ou se desdobrar em mil para arrumar mais tempo para ficar com o filho. Amamentação é fundamental sim, mas depois de um ano a criança já pode ser desmamada. E se o pai não tiver papel fundamental no amadurecimento emocional do bebê, isso também é extremamente pernicioso. Então o senhor começa a falar sobre todo o papel da mãe e sua vida profissional, e depois fala sobre o pai, mas como sempre acontece, o papel dele é minimizado, do tipo “é muito importante o papel do pai também”, mas não existe essa “pressão” de que ele deve trabalhar menos, dedicar mais horas ao filho, etc. De minha parte, gostaria que o senhor lesse um artigo de meu blog que eu falo como uma MÃE se sente, em http://astriadfg.blogspot.com/2011/05/prepotencia-e-crise-dos-quase-40.html
    No mais, concordo totalmente quanto sua opinião sobre babás e o papel da escola. Isso realmente tem que ser revisto. Parabéns!

  8. Maria da Graça Gomes Paiva disse:


    Olá, Dr. Martins,
    Parabéns pela excelente contribuição, enquanto pediatra “educador” – poucos profissionais tem esta consciência do seu papel enquanto médico e de que, além do zelar pela quantidade e qualidade de vida de um bebê (essência da medicina), tem que conscientizar os pais que cuidar-educar é um binômio inseparável,especialmente nos primeiros anos de vida. Paternidade e maternidade responsável não são atributos genéticos;na verdade, são competências e habilidades aprendidas! Portanto, temos que nos educar para sermos bons pais/avós/cuidadors e sabermos lidar com nossos bebês, crianças, adolescentes e jovens adultos. Os bebês, os pais que trabalham (como eu) e os educadores estão muito agradecidos com esta sua contribuição. Obrigada por este exemplo de profissionalismo, consciência social e.. pela paixão pelo cuidar-educar! Nada fácil neste mundo de hoje, mas muito urgente, quando vivenciamos a terceirização de cuidados e de construção de vínculos afetivos e o aumento da violência e falta de limites – principalmente nas escolas.
    Maria da Graça Gomes Paiva
    Associação ParadigmAÇÃO- PAPS (Projetos Sociais)

  9. Nelci T. Zorzi disse:


    Prof. José Martins,
    parabéns por defender essa causa tão importante, bom seria se tivéssemos profissionais como o senhor em todo o Brasil. Vou divulgar no meu site e blog.
    parabéns.
    Nelci

  10. Maria das Graçass Lima disse:


    Amei a entrevista, acredito que o vínculo se constrói no dia a dia e que é muito difícil para quem não vivenciou este vínculo, oferecê-lo a outrem.Ficará difícil ou quase impossível aos nossos guris dar o que não receberam, dai temos que continuar lutando como o senhor para que todos se conscientizem dessa necessidade vital que é dar amor a todos e principalmente aos nossos pequenos.
    Um grande beijo.

  11. Beto Zamberlan disse:


    Recebi esta mansagem do Dr José e gostaria de compartilhar:
    “Olá Beto.
    Eu li todos os comentários e agradeço tantas gentilezas.Apenas uma pessoa levanta a questão da importãncia do pai e eu sempre falo do pai, sem a minima dúvida.Acho que insisto o suficiente sobre seu papel, talvez no video não tenha ficado o suficientemente claro. Nos meus livros eu falo sempre do pai e da mãe, o que eu sempre digo é que , nos primeiros meses de vida e particularmente no primeiro ano, a mãe é fundamental, porque o vínculo é com ela, é da natureza, a mãe gesta, amamenta , fica perto.A relação intrinseca do bebê coma a mãe é muito forte e o pai é muito importante, mas ele não pode amamentar, e até mais ou menos o sexto, sétimo mes de vida , o be bê tem uma relação de total dependencia da mãe. Na verdade ele nem sabe que nasceu e pensa que o seio, o corpo da mãe é uma contiuidade do dele.Por isso a importância natural dessa relação, a medida que as crianças crescem, concordo plenamente que os dois , pai e mãe tem que participar ativamente da relação e aprender a dar tempo espaço, carinho e atenção para as crianças.Acho que poderáimos num outro momento ampliar essa nossa discussão e dizer numa entrevista o que escrevo nos meus livros, principalmente no ” Criança terceirizada” e no ” Cuidado, afeto e limites”. Compartilho totalmente da opinião da pessoa que fez a observação e acho que talvez não tenha ficado clara essa minha posição. Quem me conhece, vê minhas palestras sabe que eu trato do assunto exatamente da forma que foi colocado.

    Abraços e muito obrigado a todas as pessoas que estão me escrevendo e comentando a entrevista.

    atenciosamente
    josé martins filho
    médico pediatra
    Professor titular, emérito da Unicamp.”

  12. Flavia Kaiser disse:


    Maravilhoso, amei seu livro e o dr. está coberto de razão. A verdade dói, o egoísmo dos adultos é grande, quem tem ouvido pra ouvir, que ouça.

    Abraco enorme, Dr. José Martins FIlho.

  13. Ana Luiza disse:


    Parabéns, Dr Martins. Sou mãe, sou avó e educadora.Conheço e admiro muito seu trabalho. Tenho, li, reli e releio sempre seus livros. Estou sempre presenteando jovens pais, com suas obras, devido a importância destas orientações. Acredito que ser pai e mãe atualmente, está bem mais complicado. Obrigada por toda esta dedicação, que Deus o abençoe sempre.

  14. Marlene Braz da Silva disse:


    Muito bom,Dr Martins.Meus filhos foram seus pacientes( Marcelo 37anos,Marcia 35anos e Mauricio 33anos) e me lembro sempre das orientações dadas pelo senhor,que foram de grande valia para mim que fui mãe aos 22anos.Ainda não tenho netos mas tenho contacto com crianças (adoro); li os seus livros e vejo que continua atual este assunto de educar assumindo os filhos…Continue sempre ajudando a tantas famílias porque hoje tudo é mais difícil…
    Um grande abarço
    Marlene

  15. Lygia Coghi disse:


    Olá Dr. Martins,
    Já o parabenizei pessoalmente sobre a entrevista, mas também coloco aqui minha satiafação em poder obter suas informações e conselhos! Estou de pleno acordo com o pensamento e me planejo para ter uma rotina equilibrada junto com meu filho.
    Muito Obrigada!
    Lygia

  16. Anna Esther disse:


    Olá Prof. José Martins,

    Sou médica (pediatra) e mãe de 01 filho. Concordo absolutamente com o senhor. Parabéns pela clareza com que expõem o tema. No entanto,é sempre bom lembrar que a legislação que não é nem um pouco “parceira” neste aspecto, principalmente para as famílias de menor poder aquisitivo.

  17. Jaqueline disse:


    Maravilhosoooooooooooo!!!!!!
    Dr. Martins sabe de tudo…..
    Muitos pais precisam ouvir isso.
    Concordo em número , gênero e grau.
    Parabéns!!!!Vamos divulgar este vídeo para tentar ajudar muitos pais e filhos.

  18. Andressa Bastos disse:


    Olá Dr. José Martins Filho,
    concerteza aprendi muito com seu video,eu trabalho e saio de casa as 8:00 da minha filha ta dormindo e qndo eu chego as 19:00 ela ta eletrica brincando ela tem 1 ano e 6 meses.
    Sempre tento agrada-la no que posso mas vi que com esse video tenho que agrada-la massss
    bjs

  19. amilton maciel monteiro disse:


    Parabéns Dr. José Martins Filho!
    Concordo plenamente com tudo o que foi brilantemente exposto por V.S. Felizmente sempre entendi assim o amor à criança, esse amor dedicado e exigente em todos os sentidos. Oxalá suas palavras sejam difundidas ao máximo por todo o nosso Brasil, pois só com o seguimento de orientações assim é que teremos uma sociedade mais equilibrada e sadia. Parabéns!
    amilton

  20. marilena vieira de assis disse:


    Dr.José Martins Filho,
    A criança de hoje é o adulto de amanhã…Parabéns por entre muitos ensinamentos não deixar de lembrar desta verdade .Sou pediatra mas mesmo assim gostei da sua fala que deveria ser encaminhada ao público alvo:PAIS.vai ama sugestão .FILHOS.Um livreto infantil ilustrado e com sua competência em comunicação será o ícone de sua vitória.Parabéns mais uma vez.Um abraço Marilena

  21. Tereza Cristina W. G . de Barros disse:


    Oi Dr. José Martins Filho , vi o seu video e achei-o muito interessante . Acho que o mundo de hoje está precisando de humanização, necessita de pessoas que ensinem que se deve dar amor e carinho às crianças, adultos e idosos . Vivemos num mundo onde houve uma inversão de valores , onde o que importa é ” o ter” e não ” o ser ” , onde as pessoas são descartáveis , onde não existe DEUS , onde não existe amor ao próximo . Acho muito importante a sua preocupação em divulgar a necessidade de se melhorar a relação entre pais e filhos , pois crianças saudáveis , principalmente ,no aspecto mental , serão adultos saudáveis e centrados . Muito bom seu trabalho ! Continue seguindo nessa caminhada .Parabéns !

  22. Sërgio Andrade disse:


    Ola Dr José Martins. Gostei de sua abordagem séria e desafiadora para nós pais, executivos, maridos e esposas, e que vivem essa loucura do trabalho. Ao mesmo tempo que trabalhar é benção na nossa vida, também tenta nos afastar do que temos de mais precioso que são nossos filhos. Obrigado pelas dicas, simples e objetivas. Respeito seu trabalho.

  23. Cláudia Rodrigues disse:


    É,tudo muito pertinente. Gostei muito das citações a textos meus que o senhor fez no livro A Criança Terceirizada. Ficou muito bem colocado e fiquei contente por, indiretamente, ajudar.

  24. Graziella disse:


    Oi Pai,
    Ache legal os comentarios!
    Muito Joia!
    Beijos
    Gra!!

  25. Almir Dos Santos Xavier Jr disse:


    Admiro o Prof.José Martins,pela sua coragem de botar o dedo na ferida sem medo e com muito respeito.Ele lançou o desafio,será que os pais devem ter filhos?Ele não é contra a mãe trabalhar,mas o filho precisa da mãe a seu lado.Como resolver este impasse?A criança tem que ser prioridade do casal,caso contrário,não devem colocar uma criança no mundo para ser terceirizada,viver sem atenção dos Pais e sendo educada por babas e professoras.A educação,o carinho e a presença dos pais não podem ser repassadas para terceiros.Parabéns ao site pela palestra deste craque da pediatria.Almir-Cons. Lafaiete-MG.

  26. Naime Silva disse:


    Nossa, quero vc como pediatra do meu filho! To apaixonada! Amei!

  27. Daniel Mancio disse:


    Muito interessante mesmo para quem pensa em ter filhos, a presença direta dos pais, da mae e da voz que a criança asimila, a quem ela pode ter confiança.
    Tambem o fato que não adianta apenas um passeio rapido de final de semana, ou como ele falou uma obrigação de sair com a criança, pais devem participar, ter momentos com os filhos, dedicar –se.
    Gostei muito mesmo , um reaprendizado , e uma belo recordação de nossa infancia, onde voces estavam, na maneira que deveriam sempre presentes.
    E tambem penso assim na nossa infancia, as familias tinham na media 3 filhos, como nosso caso, e mesmo com os pais ausentes (trabalho) mantiamos este afeto familiar pois permaneciamos juntos em casa e na escola.
    Nas geracoes de hoje as familias tem um, no maximo dois, assim as criancas permanecem mais tempo na escola (creche / baba) sem a presença da familia.
    Para mim este convivio, alem de ser pais e filhos, pode esterder-se ao conjuge, de nada adianta apenas deitar-se junto todas as noites, o bejinho de chegada em casa e o de saida pela manha, temos que conviver com quem amamos, curtir momentos felizes e finais de semana, passeios, …..lembrando sempre que familia e a base de tudo.

  28. ALDO HERCULANO DE CARVALHO BACKX disse:


    Caro COLEGA JOSÉ MARTINS: acompanho a sua trajetória desde os CONGRESSOS DE PEDIATRIA. Graças ao seu pioneirismo em mostrar a importância do aleitamento materno EXCLUSIVO ATÉ OS 06 MESES,DIVULGANDO COM PERSEVERANÇA A SUA NECESSIDADE,ISSO A MAIS DE TRINTA ANOS,QUERO CONGRATULAR-ME COM VOCÊ EM MAIS ESTA EMPREITADA E ME SOLIDARIZAR NESTA SUA NOVA CRUZADA. PARABÉNS UM FORTE ABRAÇO DO SEU COLEGA ALDO

  29. Karine disse:


    Caro Doutor,
    Parabéns! Adorei esta oportunidade de refletir como mãe, que graças ao bom Deus já sou e muito feliz, e também para os futuros pais – que certamente pensarão mais ainda, já que tudo se principia no planejamento. Um forte abraço.

  30. Adriana Camacho disse:


    Parabéns!Dr.José Martins tenho 2 filhos a primeira hoje com 5 anos e o segundo com 3 meses esse video só veio a reforçar o que nós queremos para os nossos filhos,nesta semana mesmo refletimos sobre a extenção da minha licença até o bebê completar pelo menos 1 ano pois com a primeira filha sofremos muito com a tercerização nesta fase,hoje não vamos mais repetir o mesmo erro estamos nos planejando para fazer o melhor para os nossos filhos .Um abraço.

  31. Jordana Barros disse:


    Como sempre belas palavras Dr José!
    Sou sua Fã incondicional!
    Aplausos de pé pelas brilhantes palavras!

    Com carinho,
    Jordana
    Equipe TP’S Da Fala

  32. Eva Maria de Andrade Lima disse:


    Sou Pediatra,achei sua fala fantastica,tenho usado esta fala para os pais das cianças,as quais estão sob meus cuidados,precisamos como profissionais de saùde,assumirmos o papel orientador,para garantirmos o futuro de crianças saudáveis bio psiquicamente.
    Obrigada pela contribuição,pois seus conhecimentos me deram forças para continuar mantendo as condutas que tenho assumido na minha prática pediátrica.

  33. Ana Luisa de Oliveira Ribeiro Marques disse:


    Dr. José, quem me enviou o link para essa entrevista foi a pediatra da minha filha, Dra. Maricy Donato.

    A sua opinião é exatamente o que eu e meu marido tentamos aplicar na criação e educação da nossa filha que hoje tem 4 anos.

    É claro que erramos muito, mas estamos sempre nos questionando e conversando entre nós e com pessoas importantes para nós, como a própria Maricy, sobre nossa dúvidas.

    Eu parei de trabalhar para cuidar dela mais de perto e acho que essa possibilidade (quem sei não ser para todas as familias) foi maravilhosa para nós.

    Escolhemos uma escola que também segue esta linha de pensamento e acho que estamos conseguindo realizar esta dificil tarefa de maneira bastante razoável.

    Vou procurar seus livros ainda hoje.

    Parabéns e obrigada

  34. Alelhi Patricia disse:


    Excelente! Assino em baixo!

    Estou tentando contato com o Doutor e não consigo!

    Espero que o meu texto chegue até esse maravilhoso profissional através de vocês! Muito Obrigada! Mãe aflita!

    Boa noite!

    Professor, Dr José Martins Filho,

    Meu bebê nasceu prematuro, com 31 semanas. Pesando 2.295kg.

    Seguiu o calendário normal de vacinação. Tomou as primeiras vacinas, sem nenhuma reação grave. Porém, logo que tomou a vacina de Pneumonia, teve febre alta e vomitou um dia inteiro. Fiquei preocupada e conversei com a pediatra dele se não haveria problema em tomar a 2º dose das outras vacinas.Ela me falou sobre a importância da vacinação e me aconselhou a continuar o calendário.

    No dia 09 de Agosto, ele completou 04 meses e tomou a tetravalente, rotavirus e contra pólio. Logo que chegou do posto, ele apresentou febre alta, ficou molinho e sonolento o dia todo.

    Ministrie Tylenol bebê, de 06 em 06hs,como orientado pela médica. A noite, percebi que ele estava respirando rápido e as vezes se contorcia e choramingava dormindo, como se estivesse sentindo dor de barriga. Fiquei observando preocupada, de repente ele começou a gemer. As pontas dos dedos das mãos e do pé, ficaram geladas e roxas. Corri para a emergência com ele, quando a enfermeira foi medir a temperatura, ele estava com mais de 39º graus de febre. Deram um banho de água fria nele e voltamos para casa.

    No outro dia, ele estava com o olho esquerdo vermelho, como se tive estourado alguns vasinhos.

    Fez um coco mole verde musgo, com um cheiro estranho( De coisa podre) e muito fedido.

    Voltei com ele na pediatra e mesmo depois disso tudo, ela disse para continuar com o calendário de vacinação. Estou muito receosa e não sei o que fazer?

    Depois da vacinação, meu bebê só faz o tal do coco verde musgo e com a ajuda de supositório, mesmo o coco tendo a consistência pastosa.

    Não tinha noção das consequências das duas “bombas” que são a vacina de rotavírus e a tetravalente. Lí alguns relatos de pais e os efeitos colaterais nos bebês e fiquei horrorizada!

    Será que ele pode tomar a 3º dose das vacinas?

    Nesse período ele esteve resfriado e tomou Melxi por uma semana. Três dias após a vacinação, o resfriado voltou, com o peito cheio de catarro. Ele está tomando Abrilar. Mas nada do coco voltar ao normal, já vai fazer quase 01 mês.

    Estou muito preocupada, parece que o bebê está emagrecendo, está todo irritadinho e chorando fácil. Conversei com a pediatra dele e ela me disse que isso é normal.

    Me ajudem!!!

    Obrigada pela atenção!

    Atenciosamente,

    Alelhi Patricia.

  35. webfilhos disse:


    Alelhi, o Dr. José Martins Filho é relamente excelente, você pode enviar sua solicitação para o grupo dele no facebook http://www.facebook.com/groups/203863813008633/. lá ele responde todas as dúvidas. Obrigado pelo contato.

  36. Alelhi Patricia disse:


    Obrigada pelo apoio, atenção e carinho! Consegui estabelecer contato com o Dr. Jose Martins Filho, através desse belíssimo site! Agradeço IMENSAMENTE! Muita luz, sucesso e realizações! Deus os abençoe!

  37. webfilhos disse:


    Que assim seja!!!! Obrigado Alelhi Patricia

  38. Euze Carvalho disse:


    José Martins, você é um craque!!!

    Euze – Cuibá/MT

  39. Joice Renata Bulla Sanches disse:


    Olá Dr achei fantástico a sua experiência, tenho uma dúvida, minha filha chupa o dedo para dormir, sou dentista e tenho clara as consequencias disso, já fiz várias tentativas, usei meias na mão, enfaixei com micropore, com esparadrapo, passei um produto para deixar de roer unha que é amargo, até pimenta eu passei (só um pouquinho) não resolveu ou ela consegue tirar ou ela chupa mesmo assim. E agora ela está com 1 ano e 7 meses e o dedo está machucado, não cicatriza pq ela não dorme sem chupar o dedo. Detalhe ela dorme muito bem a noite de 10 a 12 horas direto e a tarde de 2 a 4 horas, então é tempo bastante com o dedo na boca é claro que não fica tudo isso com o dedo na boca mas fica muito, pra ter machucado. Sei q já melhorou bastante pq antes ela chupava o dedo mesmo acordada e agora é só p dormir ou enquanto está no berço antes de dormir ou qdo acorda e fica quietinha no berço. O que eu faço PELO AMOR DE DEUS ME AJUDE! Ela está ficando sem pele no dedo. Obrigada

  40. webfilhos disse:


    Olá Joice, enviamos sua solicitação ao Dr. José Martins Filhos, assim que tivermos sua resposta lhe encaminharemos.

  41. camila disse:


    Excelente video!!!
    Sou, nesta ordem: mãe e médica.
    Fiquei tão impressionada pelo Criança Terceirizada q estou seriamente pensando em ingressar na pediatria…
    Obg!

  42. Marcia Fernandes disse:


    Muito importante para que os pais pensem no quanto de pai ou de mae estamos ofertando as nossas criancas….

  43. Juliana disse:


    O vídeo é fantástico!
    Daí fiquei pensando que na psicanálise o primeiro outro reconhecido é a mãe… Então, é inegável a presença da mãe, mas como disse Astria Ferrão numa das primeiras postagens, isto não significa que o pai deve se ausentar, muito pelo contrário!
    Aliás, tem uma discussão muito interessante na mesma área sobre autismo e a ausência ou desresponsabilização materna em relação ao afeito…
    Obrigada pelo vídeo!!!
    Parabéns pelo site!!

  44. webfilhos disse:


    A Equipe do Webfilhos é que deve te agradecer Juliana pela interação. Obrigado!!!
    Nosso objetivo é estar sempre oferecendo conteúdo de credibilidade e relevância para vocês.
    Estamos sempre juntos!
    Abraços.

  45. Rosa Graciéla de Campos Lopes disse:


    Dr. José
    Muito boa a sua entrevista! Sou pscóloga e esta tem sido a minha luta também, há alguns anos. Dou curso para pais desde 1998 junto do Dr. José Rubens Zaitune em Cuiabá-MT. Ouví-lo foi um presente! Já li um de seus livros e amei. Que Deus renove as suas forças e saúde para continuar essa luta tão linda. Parabéns!!!

  46. Ernestina da Silva Alves disse:


    Dr. José, Simplesmente impactante a sua entrevista. Sou Psicóloga e venho durante mto tempo trabalhando essas questões com os pais, sobre a importancia de pai/mãe estar presente presente na vida criança, inclusive acredito que isto já deveria ser trabalhado com os namorados, pois existem muitos casos que conheço que simplesmente um ficar “sem responsabilidade alguma” tem como consequência uma criança. Enfim… obrigada pela sua experiência e por compartilhar conosco!

  47. joanita disse:


    Amei! Como eu gostaria que todos os pais vissem e ouvissem o que o Sr diz. São pessoas assim que o nosso mundo precisa. Parabéns!! Continue nos passando coisas maravilhosas como essa.

  48. Karla Viana disse:


    Muito legal… A gente realmente deve organizar o nosso tempo pra estes pequenos, mas sinto falta de uma abordagem sobre a responsabilidade e mais, a fundamental importância, da presença do pai no cuidado e educação. Não para “ajudar” a mãe, mas por causa do desenvolviemnto da criança.

  49. webfilhos disse:


    Essa pergunta é recorrente e em todas as minhas conferencias e programas de tv a pergunta se repete… ela é bem atual e retrata um pouco o momento da sociedade… claro que o pai é importante , mas é preciso lembrar e jamais negar que a relação mais intima e mais intrínseca da criança , no primeiro ano de vida, principalmente até o 7o. 8o. mes é com a mae… O pai pode trocar as fradas, pegar no colo, etc.. .mas quem amamenta é a mae.. quem teve o bebê intra útero durante 40 semanas , foi ela e a relação é muitointensa e o vinculo for´tissimo que aos poucos, principalmente após o sétimo, oitavo mes, vai aumentando para outras pessoas , para o pai, para os avós..etc…claro que a medida que a criança cresce a figura paterna é cada vez mais importante… não é atoa que a voz que o bebÊ ouvia intra útero, era da mae e é por isso que bebês recém nascidos ou nos primerios meses de vida, tem um olhar , uma procura muito intensa pela mae…. é quase impossível mudar isso, embora, alguns discursos mais modernos e com um discreto sentimento feminista, ache que não é bem assim.. mas basta observar um bebê…. acho que o mundo precisa entender , que se uma mae morre nos primeiros meses de vida, esse bebê precisa imediatamente de alguém que assuma esse lugar de cuidador, de forma integral e total o que nem sempre é possível.. algumas vezes, pais heróicos, quando maes não querem cuidar de seus filhos, assumem esse papel… mas a peloe, a voz, o estrógeno( hormonio feminino) é o responsável por toda essa intensa ligação com a mae…. Eu sempre respondo isso nas reuniões, nos congressos, nas conversas.. mas nem sempre as pessoas querem aceitar.. porque hoje é moda achar que pai e mae são iguais desde o primeiro momento..não é verdade… até bio e hormonológicamente são diferentes…e as funções históricas e antropológicas mostram as diferenças inclusive com o cuidado dos filhos desde os primeiros momentoss… se não.. os homens teriam leite, amamentariam, gestariam, etc, etc… por favor não me levem a mal .. não estou dizendo que a mulher tem que fazer tudo sózinha.. estou dizendo que há coisas que são biológicas , e o vinculo tem muito de presença, de 40 semanas intra útero, de amamentação( eu tenho falado muito sobre desmame precoce e terceriização e algumas pessoas se assustam.. mas é verdade.. o começo da terceirização e da quebra do vinculo aumenta muito com o desmame….) daí meus pontos de vista…. A mulher, minha gente, é muito mais importante que o homem na escala animal …. a vida começa com ela … é uma grande responsabilidade, reconheço… como dizia Winnicott…. ” É possível que a capacidade de uma pessoa encontrar felicidade e significado na vida.. dependa de um tempo e de uma pessoa…. do primeiro ano de vida e da mae..” Eu sigo trabalhando e lutando para que as crianças tenham maes amorosas, cheias de leite, que coloquem os filhos no colo, que os acalentem…. acho que a sociedade seria menos violenta e mais tranquila.

    beijo grande..

    josé martins filho

  50. Adriana Iász disse:


    Que alívio ver um especialista em desenvolvimento infantil, no amplo sentido da palavra, ressaltar com toda convicção que a falta de amor é um problema sócio-político. “Ser feliz com a felicidade do outro!”… Obrigada pela oportunidade de poder assistir a esta excelente entrevista!

  51. Cristine abral disse:


    Muito feliz em ver um pediatra compartilhando de nossas idéias. Ainda hoje alguns pais acham que psicologia infantil é “frescura”, mas vindo de um médico essas informações conseguem convencer as pessoas que a psicologia ainda não convenceu.

    O trabalho multi-disciplinar é essencial para que tenhamos sucesso.

  52. graciela peloso disse:


    ola, Dr. José, gostei muito do seu video, gostaria muito de apresenta-lo em meu trabalho escolar pois o tema é o apresentado…Parabéns adorei e gostaria de passar pra frente´para minhas colegas de sala, se for possivel me mande o link que eu possa copiar…
    Obrigado

  53. webfilhos disse:


    Olá Graciela! Sinta-se à vontade em apresentar o vídeo em seu trabalho. Segue o link e bom trabalho.
    http://www.webfilhos.com.br/web-doutor/como-esta-a-relacao-entre-pais-e-filhos-atualmente

  54. CLAUDIO AGUALUSA disse:


    Obrigado colega e parabens. Muito me orgulha saber que tenho pares de profissao que pensam como vc pensa e prega. Abraco fraternal.

  55. LAZARA APDA DE PAULA PASTORELLO disse:


    AMEI O VIDEO VOU COMPRAR O LIVRO!

  56. Edna Santos disse:


    Maravilhoso!!!! Parabéns! Vou usar seu vídeo no trabalho de Maioridade Penal de 18 para 16 anos no curso de Direito, Salvador, Bahia. Pois, como o senhor, acredito que a falta de afeto leva a violência URBANA e não resolve diminuir a idade penal, mas podemos resolver isso enquanto família. Abraços.

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