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Stress infantil: Dicas de comportamento

Stress infantil: Dicas de comportamento


O stress infantil está muito presente nos dias de hoje. A médica Ana Lúcia Dias, pediatra e homeopata, dá dicas sobre os métodos comportamentais que acompanham o processo de crescimento das crianças.

As crianças são seres humanos em formação. A criança vai seguir o exemplo de seus pais e os imitar em quase tudo que fizerem, por isso, todo cuidado é pouco em relação às elas. Ter um filho é ter cuidado com o que falamos, fazemos e como nos referimos às outras pessoas.

“Os pais devem observar melhor seus filhos”, diz a doutora.

Quanto menor o indivíduo mais conseguiu enxergar os sintomas físicos e menos os sintomas emocionais – o que na adolescência ocorre de forma inversa, os sintomas emocionais ficam em mais evidência do que os sintomas físicos; por isso a importância dos pais observarem as reações de seus filhos, não deixarem este papel apenas em função dos médicos e professores.

Um exemplo muito presente nos dias de hoje que podemos perceber com facilidade nas crianças é o stress infantil. O stress infantil é muito comum quando a criança entra na escola, ganha um irmão, quer um brinquedo e não ter a hora que a criança quer, entre outros acontecimentos. Esta criança passa a ter alguns sintomas (reações de eliminação) que podem vir em forma de febre, diarréia, vômito, dores de cabeça, tosse e até mesmo convulsão. Prestando atenção nas crianças nós podemos resolver aquele problema emocional que elas estão enfrentando.

Se nós adultos não conseguimos resolver nem lidar com algumas coisas e situações, muito menos as crianças.

Para as crianças a chegada de um irmão ou a entrada à escola, não são facilmente encarados. Se os pais, no seu dia a dia, tiverem disposição e orientação e estiverem dispostos a acompanhar estes acontecimentos de perto com suas crianças, eles serão então enfrentados e encarados como fatores positivos com o passar do tempo.

12 comentários cadastrados em “Stress infantil: Dicas de comportamento”

  1. Andreia Nicacio disse:


    Gostei muito dessa materia, pois é o que estou passando no momento com meu filho João Victor, 1 ano e 10 meses, esta na escolinha a 2 meses e direto tem reações que desconhecia, falamos não pra ele e ele começa a querer bater na gente, e fico pensando se é por causa da escola, e agora os sintomas que ele tem essa materia ja explicou tudo, é bem assim mesmo…febre derepente, tudo por causa da adaptação forçada, querendo ou nao fazemos as coisas sem aprovação deles…Obrigada! Mamãe Andreia.

  2. Tavon disse:


    Like the blog

  3. wagner disse:


    Ja tem 3 dias que meu filho de 3 anos esta com alguns destes sintomas como:febre dor de barriga, tosse, diarreia… sou divorciado a mae dele acaba de se separar e a 5 dias ela passou a guada pra min.. pediatra diz ser irritaçao na garganta… ou sera stress infantil???

  4. webfilhos disse:


    Ola Wagner

    O stress infantil por ter diferentes causas, e também diferentes manifestações, que a criança as tem justamente numa tentativa do organismo dela recuperar o equilíbrio perdido. Voce pode imaginar o que significa para uma criança de 3 anos sentir que os pais se separaram, senão é fácil para os adultos lidarem com situações deste nível emocional, imagine acriança, que ama tanto a mãe quanto o pai e sentir que não estão mais se gostando, nem se respeitando. Como crianças são seres absolutamente emocionais , eles podem não entender o que está acontecendo, mas sentem muito todo o processo. Assim procure entender o que esta acontecendo com ele, procure não interferir demais nas reações orgânicas e deixe o organismo eliminar as tensões. Em contrapartida, procure ser amigo do seu filho, brincando com ele ( jogar bola, andar de bicicleta) , para que ele sinta que tudo ainda vale a pena, contando estórias para ele dormir, e não precisa nem falar nem explicar demais os fatos mais recentes, evite fazer comentários negativos sobre a mãe, pelo contrario os faça semper positivos ( que a mamãe é linda, que ama muito você, que virá te visitar muitas vezes, permita que o tempo e as eliminações orgânicas resolvam a parte emocional do processo do entendimento infantil. E a sua vida com ele procure levar o mais equilibrado possível ( alimentação, sono, banho, passeios, carinhos etc, evite os presentes como formas de compensação).

    Boa sorte

    Dra. Ana

  5. Sandra disse:


    Olá Dra.Ana, como vai? Tenho uma filha que se chama Leticia de 11 anos com o diagnóstico de Mielomeningocele, muito inteligente por sinal. Ela sempre me pediu um irmão ou irmã, até que aconteceu e atualmente estou grávida de cinco meses de outra menina. Acontece que por muito tempo a Leticia não passava por episódios de febre e atualmente ela vem tendo febre constantemente. Será que poderia ser febre emocional? Como devo reagir? O que fazer??

    Grata
    Sandra Andrade

  6. webfilhos disse:


    Ola Sandra

    Em qualquer idade podemos ter uma episodio febril de fundo emocional, principalmente quando nosso conteúdo de entendimento ainda é pequeno e não permite uma ampla compreenção do fato, é o que parece estar acontecendo com sua filha. Você pode aguardar o estado febril pelo menos 48 horas, oferecendo água com fequencia, alimentação leve, sem forçar, e explicando a ela, como é bom ter irmãos, se você tem irmãos, procure contar estórias da sua infância com seus irmãos, e nestes 2 dias observe sempre o estado geral, se estiver bem, mesmo com febre evite dar antitérmicos, pois o sistema imunológico esta no controle e e provavelmente irá o controlar e resolver o processo com ganho emocional, é claro!

    Abraços

    Dra. Ana

  7. Anna disse:


    Tenho uma filha de 11meses, viajo uma semana por mês. Por três meses ela se comportou bem. Agora quando vou arrumar a mala ela já começa a ficar chorando, manhosa e está dando febre na minha ausência. Ela fica no berçários. Pode ser emocional ou tem mais chance de ser virose?

  8. zenilda silvada costa disse:


    gostei muito queria muito recebe algunas dica sobre etres infantil.

  9. Cláudia disse:


    Minha filha de 3 anos e 5 meses,é muito boazinha e acaba sendo vítima de crianças que batem,empurram e judiam.
    O que devo fazer para ensinar minha filha a se defender sem incita- la a violência.Outro dia uma coleguinha da mesma idade quase rasgou a orelha dela tentando rancar-lhe o brinco…o que devo fazer?

  10. Flávia disse:


    Minha filha de 8 anos tem ficado muito estranha desde que soube que o avô irá fazer uma cirurgia. Tem feito bilhetes e tem ficado na casa dele pois disse que só volta pra casa no dia em que ele for pro hospital. Dorme com ele na cama e quando acorda chora pedindo pra ele ficar deitado com ela. Eu tenho deixado dormir lá porque fico com o coração apertado de ver elazinha sofrer. Hoje ela foi para casa dos bisavós e se deitou na cama deles, quando fui ver estava com quase quarenta de febre, chorou, vomitou e reclamou de dores fortes na cabeça, dei remédio e fomos pra casa do avô. Questão de alguns minutos já estava ótima, mas não sai de perto do avô. Isso seria febre emocional?

  11. webfilhos disse:


    Olá Flavia

    Com certeza o emocional tem grande ação e poder sobre as reações não só dos adultos mas principalmente das crianças, que dependendo da idade o conteúdo de conhecimento ainda é pouco em relação a alguns fatos da vida. Aos 8 anos, já tem capacidade de observar, entender alguma situações, mas pela pouca vivencia tem situações que ele têm dificuldade em aceitar, e a possibilidade de perda é difícil aceitar para qualquer ser humano. A reação dela é esperada, conforme o peso e as explicações que a família de você vem dando em relação ao fato ( doença, cirurgia) mas pode estar um pouco exacerbada, por ser uma criança mais sensível talvez; mas procure evitar o sentimento pena ou compaixão, e sim procure ver que ela tem família e é feliz, e que muitas vezes a felicidade construímos de momentos. O que vejo é que ela precisa ser compreendida e ela precisa de compreender.

    No caso de sua filha, procure sentar com ela, com calma e paciência e perguntar “ de que ela tem medo?”, Se a resposta for “ De ficar sem o avô”, procure carinhosamente explicar o que significa a vida – que na nossa vida fazemos muitas relações afetivas com nossos pais, irmãos, avos, primos, amigos e muitas pessoas ao longo da nossa vida, e que o que realmente importa mesmo são os momentos de convivência, a alegria de estar junto, assim enquanto isso é possível, vamos aproveitar, penso que seja justamente isso que ela esta fazendo com o avô- aproveitando ao máximo a presença do avó. Como as crianças, hoje estão bem espertas, observadoras, ela já fez na cabecinha dela que talvez após a cirurgia o avô fique longe algum tempo, e se o pós operatório se estender, não a force a visitar o avô num hospital, simplesmente convide-a a visitar o avô, sinta se ela realmente quer ir e ver a pessoa do avô em condições que ela desconhece, mas se quer ir que vá e se prepare para ver o avô que pode estar diferente do habitual.

    Enquanto nada disso acontece, fique firme, tenha fé em Deus e se quiser pode transmitir a ela alguns desses valores , como firmeza, verdade, fé e amor ao próximo, evite mostrar desespero ou culpa, evite principalmente ocultar a verdade, esta deve ser dita, pode ser amenizada, de maneira amorosa que uma pessoa com 8 anos possa compreender ( muita coisa, muito mais que pensamos ou imaginamos) e aceitar, mas não oculte nada, ou crie meias verdades, ela é uma só, pode doer no começo mas é firme e mostra força e amor, pode ser que criança não entende isso, mas entende sim que fazemos o possível. Diga que sempre procuramos fazer o que está ao nosso alcance e dar amor estará sempre ao nosso alcance, além disso o que nos resta é aceitar e seguir a vida, que a dela ainda terá muitos bons momentos com o avô, que procure aproveitar,ser feliz.

    Procure dar esse tempo a eles, não sofra, deixe que ela viva a vida, e se mesmo com tudo isso você sentir que ela não consegue superar as situações vale procurar ajuda especializada ( como um psicólogo, para auxiliar a ela nas superações ou a você como lidar com as situações )

    Tudo de bom!

    Abraços

    Dra Ana Lúcia

    Médica homeopata

  12. Cristiane disse:


    Meu filho tem 2 anos e 7 meses. Ele tem muita dificuldade de repartir as coisas com outras crianças, mesmo que não seja dele, em parquinhos e etc. Sempre conversamos com ele a respeito disso. Ele é filho, neto e sobrinho único. Começou a estudar esse ano e começou a fazer xixi no chão, na cama (ele já estava indo ao banheiro direitinho). Minha mãe mora no ES. Semana passada ele perguntou pela avó. Sexta começou a ter uma febre que não cedia, fez duas crises convulsivas (sexta a noite e sábado no início da tarde). Ficou internado quatro dias, fez vários exames, inclusive uma punção na lombar, mas não apresentaram nada… Ele ficou muito emocionado quando minha mãe chegou. Teve uma crise de choro, até a enfermeira chorou. Dra, isso pode ser estresse emocional? Nos ajude!!

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