Shantala para Bebês – uma massagem indiana milenar
Publicado: 04/11/12
Na(s) categoria(s): Destaque, Web Doutor
Através de um contato carinhoso reforçar o vínculo entre pais e bebês é o que ensina Denise Gurgel com a técnica do Shantala.
A fisioterapeuta materna infantil especialista em Shantala, Denise Gurgel, fala sobre os benefícios da Shantala para aproximar os pais dos filhos, reforçando o vínculo, o alívio das cólicas e a atividade imunológica dos bebês.
O vídeo demonstra do passo a passo na massagem:
1) Escolha de um óleo de boa qualidade para não agredir a pele delicada do bebê;
2) As posições da Shantala e suas especifidades;
3) O grande segredo é o contato físico entre mamãe e bebê;
4) A mãe precisa se sentir segura para passar tranquilidade para seu bebê;
5) A conversa suave com o bebê da mãe é fundamental para que ele receba positivamente a Shantala;
6) A mãe precisa buscar constantemente a interação com o bebê;
7) Os movimentos da Shantala podem ser realizados em diferentes períodos do bebê.
O momento do contato proporcionado pela Shantala estabelece um entendimento da mãe com os sinais do bebê que se comunica. É importante também que o pai faça a massagem no seu bebê.
A Shantala também colabora para a imagem corporal do bebê em relação ao seu próprio corpo, levando a atenção do bebê para a exploração do seu corpo.
Durante a massagem é ativada a temperatura corporal do bebê, ativando a circulação sanguínea contribuindo para a manutenção da temperatura do corpinho do bebê.
A Shantala possui diversos benefícios para o bebê e vale a pena saber mais sobre a técnica, pois auxilia os pais a compreenderem mais os primeiros momentos de vida dos seus bebês. Os benefícios emocionais da massagem promove o desenvolvimento de um adulto seguro.









12 fevereiro 2012 às 19:43
Quando eu tinha uns 27 anos um amigo surgiu com o livro do Frederic LeBoyer, Shantala, em francês, ainda não tinha tradução. Nós fazíamos curso de massagem juntos.
Ela era belíssima, paralítica, morava em uma favela em Calcutá e era cuidada pela Madre Teresa. O livro, todo de fotos dela fazendo essa massagem que todas as mães indianas conhecem, foi traduzidíssimo, a ponto de a massagem ficar conhecida pelo nome dessa moça.
Assim que saiu em português comprei, esse livro passou por várias mãos, inclusive de alunas minhas gestantes.
A Bia, minha sobrinha, recebeu muitas dessas massagens da mãe, a Valéria. Já maiorzinha pedia para a mãe: Mamãe, faz padmasana… que é uma das manhobras do livro – uma das finais.
Nas fotos do livro, o filho bebê da Shantala tá o tempo todo com um sorriso, parece adorar a massagem, que ela faz no chão, na rua, colocando o bebê sobre suas pernas esticadas. Nas fotos finais ela faz a massagem na filha, mais velha.
13 fevereiro 2012 às 10:24
Olá Ligia, td bom?
Shantala traduz uma parte da riqueza da cultura indiana para a criança que recebe a massagem.
O livro é um lindo e registro desse encontro do Leboyer traduzido pela sua visão humanista. Hj não é o único registro da Shantala.
Um abraço,
Denise Gurgel
14 fevereiro 2012 às 14:19
Ligia
A experiência da massagem de Shantala no meu neto, Nícolas, feita por sua irmã Valéria, foi uma prova de sua eficácia. Nícolas chorava muito, quase não dormia e nos dias após a massagem, Nícolas ficou mais tranquilo e dormiu durante a noite. A grande e milenar sabedoria indiana precisa ser ensinada para as mães brasileiras. Melhor uma massagem do que ficar recorrendo a medicamentos cheios de químicas que sempre trazem efeitos colaterais nada positivos para o organismo. Ainda mais para um organismo frágil e em desenvolvimento como o de um bebê.
Muito bom que Denise Gurgel está nos passando também esse conhecimento. Grande abraço, Maria José Soares
14 fevereiro 2012 às 14:44
Olá!
O toque em si é o grande segredo. O calor das mãos, a energia, carinho, amor, fazem milagres! Jesus, um espírito bastante evoluído, curava apenas pelo toque.
Os animais também fazem shantala a seu modo, a mãe lambe a cria, e quando um animal quer dar ou oferecer carinho, ele se esfrega em nós.
Muito lindo!